Over 100 children are still held indefinitely on Nauru

Amnesty International
Over 100 children are still held indefinitely on Nauru

Have you heard of ‘Resignation Syndrome’? In layman terms it means giving up on life.
It happens to kids who have lived through deeply traumatic experiences. They take to their beds and withdraw from the world. They’re unable to move, they don’t eat, drink or respond.
They disconnect the conscious part of their brain in response to an intolerable reality. It’s a life-threatening disorder that is now being observed among children held indefinitely on Nauru.
Reports from medical staff are so damning, the Australian Medical Association has said today that this is “a humanitarian emergency requiring urgent intervention”.
Tarcisio, there isn’t any more time to waste.
Please donate today to help us put pressure on the Australian Government so that the kids on Nauru are evacuated immediately – it’s a medical and moral imperative.
Donate now
No matter the problem, keeping children in detention indefinitely is not the solution.
Kids living in the open-air prison on Nauru need to be resettled here or in a safe country that welcomes them.
For Australians, it’s a matter of decency, compassion, humanism.
For the families who have been on Nauru for 5 years, it’s a matter of life and death.
We’re talking about innocent children, whose parents have committed no crimes, being punished for seeking safety in Australia.
Kids afflicted with resignation syndrome will have long-lasting trauma. We can’t ignore that it is Australia’s responsibility to look after these families.
Please can you make a donation today to help put an end to this cruelty.
Your gift will help us:

Demand that the Australian government safely removes kids and their families from Nauru.
Continue to research human rights abuses in regional processing centres.
Improve Australia’s community sponsorship program for humane refugee settlement.
Like your daughter, son, nephews, nieces or grandchildren, all these kids want is to be able to play, learn about the world and grow up in a safe environment.
We must act before it’s too late.
Work and ensure that children on Nauru are brought to safety.

A prefeitura de Sobral pretende privatizar o caixa municipal

O prefeito de Sobral, Ivo Gomes, por sinal irmão dum candidato a pretendente da República,
Ciro Gomes, decidiu privatizar o caixa da prefeitura de Sobral.

Quem ganha com isto? Claramente o dono do banco privado que está recebendo o presente. Perdemos todos nós outros cidadãos de Sobral e em muito particular perdem aqueles que se encontram na
margem da pobreza, coisa que existe muito em Sobral. É o dinheiro público que vai ser disponibilizado para um parasita financeiro coisa que atualmente vão acontecendo com grande rapidez dentro do
golpe que nos assola desde 2014.

O prefeito Ivo Gomes, irmão de Ciro Gomes, dá assim preferência ao banqueiro quando poderia melhorar os salários das professoras municipais muitas das quais são professoras temporárias, sem vínculo efetivo com o município que se vangloria de ter melhor a educação do Brasil.

Poderia, o prefeito Ivo Gomes, irmão de Ciro Gomes, dar preferência à Caixa Econômica Federal ou ao Banco do Brasil, dois bancos públicos bem representados em Sobral, mas prefere o prefeito Ivo gomes, irmão de Ciro Gomes, entrar na vertente do golpe que tem como objetivo maior a destruição das empresas públicas, em particular as duas empresas gigantes, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, duas empresas centenárias de grande respeitabilidade em nossa sociedade. Em vez de adotar a Caixa Econômica Federal como caixa do município, o o prefeito Ivo gomes, irmão de Ciro Gomes, resolveu dar uma mãozinha ao dono do Itaú e ajudá-lo a ficar mais rico na qualidade de parasita que vai ganhar dinheiro fácil da prefeitura de Sobral repassando o trabalho para alguns funcionários que talvez, isto sim, passem a trabalhar mais e em consequência os cidadãos de Sobral passarão a ser pior tratados como é uma experiência minha, como funcionário do Estado do Ceará cujo caixa foi entregue a um banco que nos trata como um excesso que o Estado do Ceará jogou em cima do banco, estas foram palavras que ouvi do gerente do banco quando fui reclamar do tratamento de quarta ou quinta classe que recebi do banco ao tentar provar que estava vivo, coisa que eles chamam de recadastramento.

Para o presidente da Comissão de Estudos Tributários da OAB Ceará, Alexandre Goiana, privatizar parte dos serviços é algo comum, já existente em outros países. “Nós temos no Brasil um potencial de apostas muito grande nós estamos gerando uma receita em cima de algo que efetivamente é supérfluo que vai ser realmente atrativo para o governo. É algo que já é praticado no mundo todo, o Brasil não está inventando a roda em estar privatizando essas duas operações”, afirma. O tal Alexandre Goiana nada disse, apenas arrotou uma afirmação sem fundamento.

O fundamento na verdade é outro, na Suécia as escolas pública foram privatizadas e hoje os suecos falam em reverter o estrago reclamando à volta das escolas ao domínio público porque a educação privatizada não deu em outra, piorou. A Finlândia, país vizinho, tem uma educação de primeira classe e não seguiu o caminho da Suécia privatizando as suas escolas. Em suma o especialista em Estudos Tributários esquece-se de dizer que tem sim, quem ganha com a privatização da coisa pública, as privadas! Também não é bem porque esta leva de privatizações invadem o Mundo que podemos considerar a bobagem de dizer que o Brasil não está inventando a roda. Não seria bem uma invenção e nem mesmo uma ação inteligente esta de criar um parasita para necessariamente piorar o serviço porque, se o serviço fosse melhorar, certamente ficaria mais caro uma vez que um intermediário teria que enriquecer às nossas custas e é o que acontece com as privatizações que ocorreram como é o caso das telecomunicações, da energia elétrica: as contas subiram e o serviço se tornou sensivelmente pior.

Aliás, como poderia mesmo a introdução dum parasita melhorar a coisa? Querem nos enganar e têm toda uma imprensa calhorda que ecoa palavras vazias recheadas de argumentos falazes. Todos perdemos no final, até mesmo o prefeito Ivo Gomes, irmão de Ciro Gomes, que hoje é prefeito mas amanhã, espero, retorne a cidadão comum que sofrerá nas filas do banco privado para pagar algum imposto municipal vendo tarde a besteira que fez.

O caixa privado do Estado do Ceará

Outro dia me vi forçado a passar 3 horas e 10 minutos, parte do tempo em pé, esperando para fazer a “prova de vida” como aposentado do Estado do Ceará no caixa privado do Estado do Ceará, o tal do Bradesco.

Depois de algum tempo, e até porque observei que das quatro posições no balcão onde eu seria atendido, apenas duas posições estavam funcionando, dirigi-me a um dos atendentes e perguntei porque não preenchiam as outras duas posições rebendo uma resposta inútil como ficou inútil a minha reclamação. Indignado, dirigi-me em voz alta ao grupo de cerca de 50 pessoas que se encontravam na sala esperando ser atendidas e lhes perguntei se lhes parecia ser justo suportar a falta de atenção do caixa privado do Estado Ceará deixando-nos naquela espera imensa. Consegui uma sintonia e várias pessoas se manifestaram em voz alta indicando que também estavam indignadas ao que retruquei lhes pedindo que não se esquecessem se dirigir à Ouvidoria do Estado do Ceará para registrar uma reclamação contra péssimo atendimento do Caixa Privado do Estado do Ceará que ficou no lugar do nosso Banco do Estado do Ceará. Eu mesmo fiz esta reclamação junto à Ouvidoria do Estado do Ceará, mas descrente de alguma atitude também registrei uma queixa no Banco Central na Ouvidoria do Munício de Sobral, onde moro.

Em tempo observo que também dirigi-me ao gerente do Banco que adentrou o local de retorno do almoço uma hora dentro do tempo que fiquei esperando e ele me disse que nada podia fazer pois havia uma excesso de demanda que o banco não suportava e nem tinha meios para atender. Ao sair, depois de perder 3 horas e 10 minutos para apenas registrar que eu estava vivo, identificar-me permitindo que uma funcionário registrasse o fato num relatório, pedi que a funcionária registrasse na minha senha a hora do atendimento para comprovar as 3 horas de tempo perdido para fazer algo tão bobo e tão simples coisa que ela recusou dizendo que o gerente não o permitir. Voltei então a falar com o gerente que também se recusou a fazer o registro do tempo dizendo-me que não era política do Caixa Privado do Governo do Estado Ceará fazer este tipo de comprovação que, entendo, era um direito meu, e alias, é por esta razão que não perdi tempo dirigindo-me a à Ouvidoria do Bradesco uma vez que ela certamente ficaria coerente com a política do banco, e assim fiz o registro da insolência no Banco Central, na Ouvidoria do Munício de Sobral que já me respondeu dizendo-me que nada tinha o que ver com a coisa, mesmo eu sendo um cidadão de Sobral e estar sendo mal tratado por um serviço operando na cidade. Fiz o registro da reclamação na Ouvidoria do Estado do Ceará que não deu-me nenhuma resposta.

Ontem, e agora já passados 15 dias da insolência, recebi um telefonema automático do Bradesco perguntando-me se eu tinha alguma razão para estar insatisfeito com os serviços do Caixa Privado do Governo do Estado do Ceará, o Bradesco, que tomou o lugar do nosso valoroso Banco do Estado do Ceará, eu tinha a opção (1) sim (2) não tendo selecionado (1), porque estou sim, insatisfeito com a privatização do Caixa do Estado do Ceará e não consigo ver nenhuma razão pela qual o Estado do Ceará teria dado uma mãozinha para que o Bradesco ficasse mais rico às custas do cidadãos cearenses. A próxima pergunta se referia à minha ida ao Banco Central com a reclamação que tinha três opções (1) tinha ido à ouvidoria do Bradesco, sem resultado, (2) outra que não me lembro, e (3) não confiava no Bradesco que foi a opção que escolhi, e observem, o sistema automatizado de melhoria dos serviços do Caixa Privado do Estado do Ceará já tinha criado uma terceira opção bem a propósito,
desconfiança natural contra os péssimos serviços do Caixa Privado do Estado do Ceará, esta coisa chamada Bradesco.

A guerrilha pela abertura do conhecimento a todas as pessoas

Há mais de sete anos Aarron Swartz se suicidou em consequência dum processo que contra ele era movido pelos donos do MIT e a razão, Aaron Swartz estava distribuindo livremente o conhecimento que poderosas editoras mantem em seus cofres os vendem a preços nada acessíveis sendo que todo este conhecimento foi produzido em sua quase
totalidade pago com dinheiro público, é o trabalho de professores universitários ou
pesquisadores universitários que deveria ser distribuido gratuitamente porque já está inteiramente pago pelos impostos pagos pela população aos governos que mantém as universidades. As editoras criaram um sistema de divulgação sob o qual enganam os autores encerrando seus livros em “qualificadas” coleções que vendem a preços abusivos restringindo o acesso ao conhecimento a alguns poucos que podem comprar os livros.
More than seven years ago Aaron Swartz, who spared no risk in standing up for what we here urge you to stand up for too, wrote: “We need to take information, wherever it is stored, make our copies and share them with the world. We need to take stuff that’s out of copyright and add it to the archive. We need to buy secret databases and put them on the Web. We need to download scientific journals and upload them to file sharing networks. We need to fight for Guerilla Open Access. With enough of us, around the world, we’ll not just send a strong message opposing the privatization of knowledge — we’ll make it a thing of the past. Will you join us?”9

In solidarity with Library Genesis and Sci-Hub

In Antoine de Saint Exupéry’s tale the Little Prince meets a businessman who accumulates stars with the sole purpose of being able to buy more stars. The Little Prince is perplexed. He owns only a flower, which he waters every day. Three volcanoes, which he cleans every week. “It is of some use to my volcanoes, and it is of some use to my flower, that I own them,” he says, “but you are of no use to the stars that you own”.

There are many businessmen who own knowledge today. Consider Elsevier, the largest scholarly publisher, whose 37% profit margin1 stands in sharp contrast to the rising fees, expanding student loan debt and poverty-level wages for adjunct faculty. Elsevier owns some of the largest databases of academic material, which are licensed at prices so scandalously high that even Harvard, the richest university of the global north, has complained that it cannot afford them any longer. Robert Darnton, the past director of Harvard Library, says “We faculty do the research, write the papers, referee papers by other researchers, serve on editorial boards, all of it for free … and then we buy back the results of our labour at outrageous prices.”2 For all the work supported by public money benefiting scholarly publishers, particularly the peer review that grounds their legitimacy, journal articles are priced such that they prohibit access to science to many academics – and all non-academics – across the world, and render it a token of privilege.3

Elsevier has recently filed a copyright infringement suit in New York against Science Hub and Library Genesis claiming millions of dollars in damages.4 This has come as a big blow, not just to the administrators of the websites but also to thousands of researchers around the world for whom these sites are the only viable source of academic materials. The social media, mailing lists and IRC channels have been filled with their distress messages, desperately seeking articles and publications.

Even as the New York District Court was delivering its injunction, news came of the entire editorial board of highly-esteemed journal Lingua handing in their collective resignation, citing as their reason the refusal by Elsevier to go open access and give up on the high fees it charges to authors and their academic institutions. As we write these lines, a petition is doing the rounds demanding that Taylor & Francis doesn’t shut down Ashgate5, a formerly independent humanities publisher that it acquired earlier in 2015. It is threatened to go the way of other small publishers that are being rolled over by the growing monopoly and concentration in the publishing market. These are just some of the signs that the system is broken. It devalues us, authors, editors and readers alike. It parasites on our labor, it thwarts our service to the public, it denies us access6.

We have the means and methods to make knowledge accessible to everyone, with no economic barrier to access and at a much lower cost to society. But closed access’s monopoly over academic publishing, its spectacular profits and its central role in the allocation of academic prestige trump the public interest. Commercial publishers effectively impede open access, criminalize us, prosecute our heroes and heroines, and destroy our libraries, again and again. Before Science Hub and Library Genesis there was Library.nu or Gigapedia; before Gigapedia there was textz.com; before textz.com there was little; and before there was little there was nothing. That’s what they want: to reduce most of us back to nothing. And they have the full support of the courts and law to do exactly that.7

In Elsevier’s case against Sci-Hub and Library Genesis, the judge said: “simply making copyrighted content available for free via a foreign website, disserves the public interest”8. Alexandra Elbakyan’s original plea put the stakes much higher: “If Elsevier manages to shut down our projects or force them into the darknet, that will demonstrate an important idea: that the public does not have the right to knowledge.”

We demonstrate daily, and on a massive scale, that the system is broken. We share our writing secretly behind the backs of our publishers, circumvent paywalls to access articles and publications, digitize and upload books to libraries. This is the other side of 37% profit margins: our knowledge commons grows in the fault lines of a broken system. We are all custodians of knowledge, custodians of the same infrastructures that we depend on for producing knowledge, custodians of our fertile but fragile commons. To be a custodian is, de facto, to download, to share, to read, to write, to review, to edit, to digitize, to archive, to maintain libraries, to make them accessible. It is to be of use to, not to make property of, our knowledge commons.

More than seven years ago Aaron Swartz, who spared no risk in standing up for what we here urge you to stand up for too, wrote: “We need to take information, wherever it is stored, make our copies and share them with the world. We need to take stuff that’s out of copyright and add it to the archive. We need to buy secret databases and put them on the Web. We need to download scientific journals and upload them to file sharing networks. We need to fight for Guerilla Open Access. With enough of us, around the world, we’ll not just send a strong message opposing the privatization of knowledge — we’ll make it a thing of the past. Will you join us?”9

We find ourselves at a decisive moment. This is the time to recognize that the very existence of our massive knowledge commons is an act of collective civil disobedience. It is the time to emerge from hiding and put our names behind this act of resistance. You may feel isolated, but there are many of us. The anger, desperation and fear of losing our library infrastructures, voiced across the internet, tell us that. This is the time for us custodians, being dogs, humans or cyborgs, with our names, nicknames and pseudonyms, to raise our voices.

Share this letter – read it in public – leave it in the printer. Share your writing – digitize a book – upload your files. Don’t let our knowledge be crushed. Care for the libraries – care for the metadata – care for the backup. Water the flowers – clean the volcanoes.

30 November 2015

Dušan Barok, Josephine Berry, Bodó Balázs, Sean Dockray, Kenneth Goldsmith, Anthony Iles, Lawrence Liang, Sebastian Lütgert, Pauline van Mourik Broekman, Marcell Mars, spideralex, Tomislav Medak, Dubravka Sekulić, Femke Snelting…

Larivière, Vincent, Stefanie Haustein, and Philippe Mongeon. “The Oligopoly of Academic Publishers in the Digital Era.” PLoS ONE 10, no. 6 (June 10, 2015): e0127502. doi:10.1371/journal.pone.0127502.,
“The Obscene Profits of Commercial Scholarly Publishers.” svpow.com. Accessed November 30, 2015. ↩
Sample, Ian. “Harvard University Says It Can’t Afford Journal Publishers’ Prices.” The Guardian, April 24, 2012, sec. Science. theguardian.com. ↩
“Academic Paywalls Mean Publish and Perish – Al Jazeera English.” Accessed November 30, 2015. aljazeera.com. ↩
“Sci-Hub Tears Down Academia’s ‘Illegal’ Copyright Paywalls.” TorrentFreak. Accessed November 30, 2015. torrentfreak.com. ↩
“Save Ashgate Publishing.” Change.org. Accessed November 30, 2015. change.org. ↩
“The Cost of Knowledge.” Accessed November 30, 2015. thecostofknowledge.com. ↩
In fact, with the TPP and TTIP being rushed through the legislative process, no domain registrar, ISP provider, host or human rights organization will be able to prevent copyright industries and courts from criminalizing and shutting down websites “expeditiously”. ↩
“Court Orders Shutdown of Libgen, Bookfi and Sci-Hub.” TorrentFreak. Accessed November 30, 2015. torrentfreak.com. ↩
“Guerilla Open Access Manifesto.” Internet Archive. Accessed November 30, 2015. archive.org. ↩

Liu Xia Is Not Free: Call on President Xi Jinping to Release Poet from House Arrest

Liu Xia Is Not Free: Call on President Xi Jinping to Release Poet from House Arrest
https://pen.org/she-is-not-free/?utm_source=Communications&utm_campaign=4c196cd407-EMAIL_CAMPAIGN_2017_09_01&utm_medium=email&utm_term=0_c67d07604c-4c196cd407-248017961&mc_cid=4c196cd407&mc_eid=1f5560c997
TO:
His Excellency Mr. Xi Jinping
President of the People’s Republic of China
Zhongnanhai, Xichengqu
Beijing
The People’s Republic of China

Your Excellency,

As writers, artists, and supporters of PEN America, we write to express our concern over the continued detention of poet Liu Xia. We ask you to remove all remaining restrictions on Liu Xia, including over her freedom of movement, and to permit her to meet and speak freely with others including her family, friends, and members of the media.

Liu Xia, a celebrated Chinese poet, painter, and photographer, has been under house arrest since 2010, despite having never been charged with any crime. As you know, Ms. Liu was also the beloved wife of writer and Nobel laureate Liu Xiaobo until his death on July 13. The only apparent reason for her long detention is her connection to Liu Xiaobo. As a result of her years of enforced solitude, Liu Xia is reported to be in poor physical and mental health, including a diagnosis of depression and a heart condition.

Liu Xia was last publicly seen on July 15, when she participated in her husband’s memorial service. Since then, she has not been seen in public. Her friends have been unable to meet with her in person, and journalists and diplomats who have attempted to visit her home have been stopped by security agents. While she appeared in a short video in August requesting “time to mourn,” it is widely understood that the video was almost certainly scripted, and that Liu was unable to speak freely.

Although Chinese officials claim that she is free, the circumstances make it clear that she remains in a state of de facto incommunicado detention, cut off from the outside world and barred from making her own free decisions regarding whom to speak with and where to travel.

The UN High Commissioner for Human Rights, the Chair of the Norwegian Nobel Committee, the United States Secretary of State, and the German Embassy to the PRC, among others, have expressed their hope that you will lift all remaining restrictions and ensure Liu Xia’s freedom of movement. As writers, journalists, and free expression advocates, we add our voices to theirs.

We make this call in recognition of China’s domestic and international legal obligations to uphold Liu Xia’s human rights: The Universal Declaration of Human Rights enshrines, and the International Covenant on Civil and Political Rights guarantees, the rights to freedom of speech, freedom of movement, and freedom from arbitrary detention. China is a signatory to both the UDHR and the ICCPR. Liu Xia’s detention was also found to be in violation of international law by the UN Working Group on Arbitrary Detention in 2011. China’s current status as a member of the UN Human Rights Council renders it especially important that China respect these international obligations.

China’s Constitution also guarantees freedom of speech (Article 35), freedom of person (Article 37), and freedom and privacy of correspondence (Article 40), all rights which are implicated by the continuing detention of Liu Xia, which has no apparent legal basis.

We also appeal to your conscience and your sense of compassion. Liu Xia has undergone great suffering for many years, simply for being the wife of a man that China has deemed to be a dissident. She has committed no crime, and she has not been charged with any crime. She is in poor health, she is isolated from those who care for her, and she is grieving deeply for the loss of her husband. She should be free to meet freely with family, friends, and members of the international community, free to travel where she wishes, and free to be reunited with the outside world.

In recognition of all this, Your Excellency, we urge you to lift all remaining restrictions against Liu Xia, and to ensure her freedom of speech, her freedom to meet with others, and her freedom to travel.

Sincerely,
Chimamanda Adichie
Kwame Anthony Appiah
M.E. Atwood
Paul Auster
Robert Caro
Michael Chabon
Sandra Cisneros
John Coetzee
Teju Cole
Jennifer Egan
Louise Erdrich
Jules Feiffer
Louise Glück
Peter Godwin
Philip Gourevitch
John Green
Lev Grossman
Jessica Hagedorn
Donald Hall
Daniel Handler
Khaled Hosseini
Siri Hustvedt
Mary Karr
Nicole Krauss
Chang-rae Lee
Jonathan Lethem
Janet Malcolm Colum McCann
W.S. Merwin
Claire Messud
Rick Moody
Azar Nafisi
Susan Orlean
George H. Packer
Robert Pinsky
Francine Prose
Zia Haider Rahman
Philip Roth
Norman Rush
George Saunders
Stacy Schiff
Alice Sebold
Elif Shafak
Andrew Solomon
Stephen Sondheim
Alec Soth
Tom Stoppard
Elizabeth Strout
Rose Styron
Colm Tóibín
Anne Tyler
Ayelet Waldman
Tobias Wolff
Tarcisio Praciano-Pereira

A única mulher que recebeu a medalha Fields – de Matemática, morreu

Apresento a seguir minha tradução da carta da professora Mariel Vazquez Professora de Matematica, Microbiologia e Genética Molecular da University of California, Davis  publicada na edição de setembro de 2017 sobre Maryam Mirzakhani, iraniana, matemática, receptora da Medalha Fields que é o maior prêmio que um matemático pode receber, morreu aos 40 anos de cancer de mama.

Eu nunca me encontrei com Maryam Mirzakhani,
mas eu sabia muito sobre ela,
eu não conhecia Maryam Mirzakhani, a primeira e única
mulher a ganhar uma Medalha Fields em matemática.

Ela morreu
no início deste mês, aos 40 anos de câncer de mama. Se não tivesse
morrido, finalmente, nos teríamos encontrado pessoalmente na reunião
do verão de 2017 da Pacific Rim Mathematical
Associação, PRIMA, onde estávamos ambas agendadas para
dar palestras.

Nossos caminhos nunca se cruzaram e, no entanto, tivemos coisas em
comum tantas que meu coração dói e sua perda me invade.

Eu não falo apenas por mim, mas por muitas outras
mulheres. Como Maryam, nós também somos matemáticas e
cientistas, somos mães, somos imigrantes, somos insistentes. E estamos empenhadas em tornar melhor este mundo.

Estamos apaixonados pela ideia de inspirar as próximas gerações –
especialmente as meninas pequenas, as nossas próprias meninas e
também essas
que o meio oprime e diminui sussurrando “você não pode ser …”.

Alguns meses atrás, recebi um convite para dar uma
palestra plenária na PRIMA. Ouvi então dizer que
Maryam também estava programada
para falar.Fiquei entusiasmado com a perspectiva de finalmente
conhecê-la! O fato de que isso aconteceria no México,
meu país natal, em uma das minhas cidades favoritas, era mesmo
a cereja no bolo.

Sabendo quão grande são essas conferências e como passa
rapidamente o tempo, eu decidi-me a escrever-lhe para apresentar-me
e para encontrarmos um momento para nos encontrarmos na bela
cidade de Oaxaca. Não consegui enviar a mensagem, PRIMA começa no próximo
mês, e Maryam não estará lá. O cronograma inclui 14
palestras plenárias, quatro por palestrantes, incluindo Maryam. (Nota do tradutor, esta mensagem foi escrita em setembro, Maryam morreu
em 14 de julho de 2017) Eramos três dos treze, isso significa 23 por cento,
menos de um quarto. Infelizmente, isso não é atípico
nas conferências de Matemática. São pesquisadoras escassas, como Maryam, que vêm empurrando os números para cima, decimal por decimal. Por quê?
Porque devemos. No processo, vemos a transformação
que nos enche de alegria. Este é o combustível que nos mantém em movimento para frente.

Enquanto passeava em San Francisco no início deste verão,
Entrei em Dog Eared Books na Castro Street. Perto de
saída, havia uma caixa de cartões postais com paisagens,
pássaros, imagens botânicas, reproduções de arte, fotografias e
imagens da coleção Women in Science de Rachel
Ignotofsky: lá estava Maryam, quase voando, desenhando espaços topológicos
com as duas mãos. Eu levei sua
imagem para casa, junto com a de outra mulher da ciência, Netie Stevens
e um retrato da pintora mexicana Frida Kahlo
pintado pelo marido dela Diego Rivera. Nettie foi uma geneticista que identificou o cromossomo Y, descobrindo que ele se junta com X, e que
o sexo é determinado pela presença ou ausência do cromossomo Y. Frida foi
a interseção de paixão do talento da cor e do sofrimento. Maryam foi a única mulher que recebeu a medalha Fields frequentemente considerada como o Prêmio Nobel da Matemática. Estes cartões se encontram na minha mesa de cabeceira desde que os comprei com Maryam visível em cima da pequena pilha. Eu vou
mantê-los próximos, como um lembrete para mim da melhor pessoa que eu possa
vir a ser. É uma lembrança também de que nunca sabemos quando o caminho terminará, Nettie, acabei de saber, morreu de câncer de mama em 1912 com
50 anos. Ela obter seu doutorado apenas nove anos antes, e
recentemente obteve uma posição de pesquisa como professora. Maryam foi diagnosticada com câncer de mama aos 37 anos e
morreu três anos depois, em 14 de julho de 2017. Meu câncer foi
descoberto alguns meses depois do meu 40º aniversário. Este verão
é a marca dos cinco anos após o término do meu tratamento, eu tenho muito
sorte, enquanto isto olho para essas mulheres poderosas. Nunca encontrei Maryam, mas eu a conhecia muito bem. Deixe-me dar um pequeno desvio no tempo, um flashback: eu estava me recuperando da cirurgia e passando pela quimioterapia, quando se me oferece a chance de ensinar a crianças,
mostrando-lhes que a matemática é divertida. Metade das crianças são meninas. “Isto é importante, eu vou fazer isso “. Passando pela radioterapia, estou na tutoria de estudantes de pós-graduação, redigindo relatórios e avaliações dos meus pares, e preparando-me
para uma próxima palestra plenária no SIAM Life Science
Encontro. “É importante, eu irei”. Mas o cérebro estava nublado
e a voz interior trêmula: você nunca será capaz de
retomar, por que tentar? E enquanto o corpo doía enquanto que a
destrutiva voz interna ganhava força, eu recebi este e-mail
da White House anunciando que eu tinha sido selecionada
para receber o “2012 Presidential Early Career Award” (Prêmio Presidencial de Carreira antecipada de 2012). Levante-se
e pare esse absurdo! Este é o seu caminho e você não vai
parar. Basta colocar um pé à frente do outro e continuar. Os convites e pedidos continuam chegando: você pode vir? Consegues fazê-lo? Nós realmente realmente queremos que você venha. Você pode vir? Sim. Sim. Sim…Às vezes, a resposta vai atrasada quando tentamos fazer malabarismos para que a coisa aconteça. É dolorido quando a resposta deve ser um não. Lutando contra a
dor e a fadiga, através do medo e da incerteza. Nunca deixando passar
uma oportunidade para inspirar, porque há muitos
mulheres e muitas minorias que pararam de
sonhar por falta de modelos em sua necessidade de afirmação. Nossas vozes precisam ser ouvidas.
E então continuarei a homenagear Maryam com minhas ações.
Na reunião da PRIMA, darei a melhor palestra plenária que for possível.

Nota: versão traduzida para português da Carta ao Editor publicada na edição de setembro 2017 da revista Notices da Sociedade Matemática Americana.

 

Na wikkipedia você pode ler um pouco do trabalho matemático profundo e numa das áreas mais difíceis da Matemática em que Maryan trabalhou nos seus precoces 40 anos de vida, certamente, foi uma perda importante para as mulheres, para a Matemática e para a ciência.

https://en.wikipedia.org/wiki/Maryam_Mirzakhani

No link abaixo você pode encontrar uma carta publicada no Notices da American Mathematical Society  que nos traz a trágica notícia

Clique para acessar o rnoti-p813.pdf

Era a única mulher a receber a medalha Fields mas certamente não seria a única a merecê-la, ocorre que nos comités assim como nos Congressos, Senados, tribunais, enfim, onde reina o poder, a maioria absoluta é de homens.  Em parte por culpa das própria mulheres porque, se eu fosse mulher, somente votaria em mulher, o que procuro fazer sendo homem.

 

A europa unida, mas apenas com grandes países, hahahaha!

CONSIDERAÇÕES VÁRIAS SOBRE UM COMENTÁRIO

Brasilino Godinho

SOU EUROPEÍSTA E NÃO CONCORDO COM UMA EUROPA DE PEQUENOS ESTADOS. PRECISAMOS DE UMA EUROPA UNIDA AGORA MAIS DO QUE NUNCA POR RAZÕES ÓBVIAS…”

Parafraseando a precedente frase direi que, por óbvias razões, sou por uma Europa onde caibam pequenos, médios e grandes Estados. E onde não se invalide ou impossibilite a Europa Unida. Todos, grandes e pequenos Estados, – absolutamente todos! – têm direito a existência digna e livre de opressões e de arbitrariedades; estas, sempre exercidas pelos mais fortes em relação aos mais fracos.

A união da Europa foi ideia concebida pelo cidadão francês Abade de Saint-Pierre que a expressou em texto designado PROJECTO PARA TORNAR PERPÉTUA A PAZ NA EUROPA, escrito em 1713. O filósofo suíço Jean-Jacques Rousseau, por sua vez, deu-lhe – em 1756 – divulgação através do seu estudo: EXTRACTO E JULGAMENTO DO PROJECTO DE PAZ PERPÉTUA DE ABBÉ DE SAINT-PIERRE. Durante dois séculos a ideia de Abade de Saint-Pierre foi considerada utópica.

No entanto, quando terminaram as duas grandes guerras do século XX, foram criadas, respectivamente, a Sociedade das Nações e a Organização das Nações Unidas (ONU), ambas com recurso de aplicação das ideias de Abade de Saint-Pierre e de Rousseau.

A União Europeia é uma criação do pós-guerra de 1945 inspirada no PROJECTO PARA TORNAR PERPÉTUA A PAZ NA EUROPA, tendo em vista acabar com os conflitos no continente europeu, especialmente entre a Alemanha e a França, e fomentar a união entre os estados europeus e a fraternidade entre os povos da Europa, sem exclusão de nações, ditas pequenas e de média dimensão.

Isto escrito para afirmarmos que a Europa tem de se unir e viver num estável clima de respeito mútuo partilhado pelas nações do velho continente e com activo repúdio por tudo que seja ofensivo do território, da dignidade, da cultura, da língua e das condições económico-financeiras, de cada uma delas.

Tal com sucede com uma família numerosa a União Europeia tem que se configurar como a grande família europeia. Em condições de uma regular vivência em que todos os seus membros desenvolvem diariamente a aprendizagem do convívio, da consideração e do respeito, que se devem uns aos outros; e em que os mais velhos não têm regalias ou tratamentos singulares em detrimento e humilhação dos que são mais pequenos.

E será sobre este prisma de fraternidade, seriedade, justiça, respeitabilidade e compenetração moral e ética, que se alcançará o desígnio de uma Europa Unida.

Se assim não for, os cristãos fervorosos bem poderão ir rezando pela alma do ente colectivo ao qual, em recente data, alcunhámos de Europa Unida.

Um jornal que é nosso precisa ser apoiado

No último dia 18, encaminhei um e-mail comunicando os motivos pelos quais Carta Maior se encontra fora do ar desde o dia 11 de setembro. Com muita emoção, recebi inúmeras mensagens e telefonemas de solidariedade.

 

“Carta Maior não pode fechar” disseram muitos, destacando a importância do nosso site, principalmente neste momento duríssimo para o povo brasileiro e da América Latina.

 

Como nossa página continua fora do ar, muitos me pediram que encaminhasse um novo e-mail divulgando o link da nossa campanha de doação. Segue abaixo as formas de contribuição e os links onde todos poderão contribuir virtualmente com a nossa campanha, através de boletos bancários ou cartão de crédito.

 

Página para doar 29,90 POR MÊS (pagamento com cartão de crédito):

https://goo.gl/XJyeqy

 

Página para doar 49,90 ou 99,90 POR MÊS (pagamento com cartão de crédito):

https://goo.gl/BasjbQ

 

Página para doar 299,00, 499,00 ou 999 ANUAIS (pagamento com cartão de crédito ou boleto bancário):

https://goo.gl/fAEowb

 

Para doar outro valor, entre em contato com a Carta Maior através do e-mail: campanhadedoacao@cartamaior.com.br

 

Agradeço a todas e a todos pela força neste momento difícil da Carta Maior. Tenho certeza de que reuniremos as condições necessárias para voltarmos ao ar, garantindo a sustentabilidade em longo prazo do nosso projeto.

 

Abraços

 

Joaquim Ernesto Palhares

Diretor da Carta Maior

jpalhares2@gmail.com

Poupe-me por favor, já fui violentada!

Mais um ataque aos direitos das mulheres está acontecendo neste momento.
Na verdade se trata da velha hipocrisia que alimenta a pressão contra o direito que mulher deve ter para abortar quando numa gravidez indesejadas, e importa pouco a causa, o que importa é o desejo que a mulher tiver de abortar.
Grupos hipócritas se levantam frequentemente contra este direito elementar da mulher pelo seu próprio corpo e usam de vários argumentos falazes em busca de amedrontar a mulher a usar do seu direito.  São hipócritas porque pretendem falar em nome da ética e na ética relativamente ao corpo de outrem.
No caso deste PL vários aspectos consideradas já fazem parte da legislação constrangedora a que a mulher se vê obrigado quando se encontra numa situação de vítima, no caso do estupro, por exemplo.  Agora querem que ela olhe imagens do feto como parte da tentativa de afastá-la de exercer o seu direito de praticar o aborto. Hipócritas.
Na última quinta (22), um projeto de lei que estabelece um protocolo torturante a vítimas de violência sexual foi aprovado no Distrito Federal. Agora, está nas mãos do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) vetar ou dar aval ao PL. Ele pode tomar a decisão a qualquer momento – e precisamos pressioná-lo para que poupe as vítimas de estupro de mais esse sofrimento!
Se não for vetada, a lei obrigará hospitais a orientarem os profissionais de saúde para que mostrem imagens do desenvolvimento do feto às mulheres estupradas que procuram acesso ao aborto legal. Poupe-nos! Submetê-las a fotos do embrião fruto de uma violência está mais perto de tortura psicológica contra uma mulher já traumatizada do que, de fato, uma orientação. Não podemos cruzar os braços!
 
Precisamos pressionar o governador para que vete o PL. A gente sabe que ele já está recebendo muita pressão de grupos conservadores e que vetar esse projeto pode lhe custar caro no jogo político. Vamos aproveitar que a pauta já está repercutindo na opinião pública e mostrar o outro lado: as mulheres também estão mobilizadas!
 
A cada pressão feita, o custo político pra que ele sancione o PL aumenta – junto com a nossa chance de barrá-lo. Vamos juntas lutar pelos nossos direitos! Preencha o formulário para enviar agora seu email de pressão direto ao governador!