Direitos Humanos

Em Itabapoana o povo conseguiu varrer os corruptos.

Bom Jesus de Itabapoana - 89,23% de votos nulos!!!

Bom Jesus de Itabapoana - 89,23% de votos nulos!!!

A reviravolta na política americana e consequentemente no mundo

69% dos americanos escolheram um negro como presidente dos USA

69% dos americanos escolheram um negro como presidente dos USA

Primeira declaração de Obama, em Chigago

“This victory alone is not the change we seek–it is only the chance for us to make that change. And that cannot happen if we go back to the way things were. It cannot happen without you.”

“Esta vitória, sozinha, não é a mudança que buscamos — é apenas uma chance que possamos fazer a mudança. E isto não pode acontecer se voltarmos a fazer as coisas como antigamente. Não pode acontecer sem você.”

President-elect Obama has promised to restore the rule of law, to repair America’s damaged perception in the world, to close Guantánamo, and to renounce torture.

O presidente eleito Obama prometeu restaurar o domínio da lei, reparar a forma defeituosa como o mundo vê a America, fechar Guantánamo e renunciar a tortura.

These promises bring hope. In the coming days, we will need you to help make those promises a reality.

“Estas promessas trazem esperança”, diz a Amnisty Internacional, “precisaremos de você para transformarmos estas promessas em realidade”.

Sem dúvida há uma possibilidade e uma esperança, e precisamos nos juntar aos americanos que estarão lutando para manter um novo rumo
porque do outro lado, do lado dos grande grupos econômicos os que vendem guerras e exploram o petróleo, não somente não há interesse em mudanças como há um enorme interesse (burro) em manter o curso da história imutável (até destruir o nosso habitat).

Tirado da Declaração de Indepência –
from the Declaration of Independence


A prudência, de fato, mostra que Governos estabelecidos há muito tempo não devem ser substituidos em função de causas passageiras ou superficiais;
ainda de acordo com o que a experiência nos mostrou, a humanidade está mais disposta a sofrer, a um ponto próximo do insuportável, do que se levantar para abolir a situação a que ela se encontra acostumada. Porém, quando uma longa cadéia de abusos e violências tendo como meta invariável o objetivo de reduzir a população ao mais absoluto despotismo, é o seu direito, é o seu dever, derrubar um tal governo e assim garantir novos gardiães para o seu
futuro e sua segurança.
Declaração da Independência (dos EUA).


Prudence, indeed, will dictate that Governments long established should
not be changed for light and transient causes; and accordingly all experience hath shewn that mankind are more disposed to suffer, while evils are sufferable than to right themselves by abolishing the forms to which they are accustomed. But when a long train of abuses and usurpations, pursuing invariably the same Object evinces a design to reduce them under absolute Despotism, it is their right, it is their duty, to throw off such Government, and to provide new Guards for their future security.
Declaration of Independence of USA

21 de Setembro: Dia Nacional de Luta Contra
a Monocultura de Eucalipto

Movimento Alerta contra o Deserto Verde

Hoje, duas manifestações aconteceram no Espírito Santo em protesto contra os impactos e a violência, causados pelo plantio da monocultura de eucalipto em larga escala no estado. O dia de hoje, como momento de protesto, foi escolhido durante o III Encontro Nacional da Rede Alerta contra o Deserto Verde em maio deste ano em Belo Horizonte, 21 de setembro é o dia da árvore: uma data bastante simbólica para este Dia Nacional de Luta.

Uma manifestação ocorreu na localidade de Vinhático, Município de Montanha, no Norte do Espírito Santo. Mais de 1000 representantes de comunidades locais, do MST e do MPA arrancaram mudas de eucalipto plantadas há 20 dias através do Programa Fomento Florestal da Aracruz Celulose, numa propriedade de cerca de 1.800 hectares. A própria Aracruz está querendo adquirir a propriedade. Nessa região, a empresa está se expandindo muito, aproveitando-se da política do governo Lula para ampliar a área de monoculturas de árvores no país com mais 2 milhões de hectares até 2007. Depois de ter arrancado milhares de mudas de eucalipto, os manifestantes seguiram para a sede do Município em marcha, onde aconteceu um ato público com cerca de 1.500 pessoas.

A outra manifestação ocorreu na comunidade de Vila do Riacho, Município de Aracruz, também no Norte do Espírito Santo, com cerca de 700 pessoas: membros da comunidade local, Índios Tupinikim e Guarani, MST, MPA e outras entidades de apoio. Cerca de 3 hectares de eucalipto recém-plantado foram destruídos. Um caminhão foi parado e sua carga, milhares de mudas de eucalipto, foi destruída. Depois, os manifestantes seguiram para o complexo de 03 fábricas de celulose da Aracruz e, em frente do complexo, cortaram algumas árvores de eucalipto e puseram fogo. Além disso, foi realizado um ato público em frente das fábricas. Ontem à noite, mais de 1000 pessoas da comunidade de Vila do Riacho já tinham se reunido numa celebração ecumênica e caminhada para lembrar e denunciar as diversas violações praticadas contra a população local a partir das ações da Aracruz Celulose na região. Em baixo, segue Carta Aberta à População, uma carta que foi distribuída e divulgada, ontem e hoje, à população local e regional.

Por um lado, as manifestações de hoje mostram a crescente mobilização e organização popular no Espírito Santo contra a monocultura de eucalipto, um plantio que impede a realização da reforma agrária, gera pouquíssimos empregos e destrói direta e indiretamente os meios de subsistência das populações locais. Por outro lado, o caráter das ações de hoje mostra que as populações locais e movimentos sociais do campo estão indignadas e cansadas de esperar por ações concretas dos governos federal e estadual no sentido de impedir o avanço da monocultura de eucalipto. Querem construir seus próprios projetos de subsistência, baseados na diversidade, no agro-ecologia, na reforma agrária, na devolução das suas terras ocupadas por eucaliptos – como no caso dos quilombolas e dos indígenas -, e no estímulo de alternativas de reflorestamento que aproveitem o potencial das centenas de espécies nativas.

Movimento Alerta contra o Deserto Verde
21 de setembro de 2004

Liberté, égalité, fraternité – palavras vazias na moeda francesa

“I would never have imagined that they would turn me down because of what I choose to wear.”
FAIZA SILMI, a Muslim who applied for French citizenship and was turned down because she wears a veil. – “Eu nunca poderia imaginar que eles me recusariam a cidadânia pela roupa que eu decido usar”

Plavras de um mulher mulsumana, casada com um franês, com três filhos franceses, que solicitou
a cidadânia francesa e esta lhe foi recusada porque ela é uma mulsumana radical.

Você pode ler a notícia completa aqui.

Mas parece que é verdade, “liberdade, igualdade, fraternidade”, o mote da revolução francesa, hoje, na França, existe apenas nas moedas, e com a chegada do euro, até nas moedas vai se acabar.

Poluição na atmofesra de Sobral

Foi hoje, dia que tirei as fotos, apesar da data errada nas fotos. A máquina estava sem pilhas e desconfigurada, e eu tinha pressa porque eles jogam poluição rapidinho, furtivamente, como um ladrão tentando nos roubar a saúde,
e não me dava tempo para reconfigurar a máquina. Mesmo assim peguei apenas a nuvem de fumaça, ainda com um rabinho apontando
para a chaminé criminosa. Assumo, sob as penas da lei (Lei ? que lei mesmo?) a data e hora em que tirei as fotos.

como um ladrão tentando nos roubar a saúde

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Tecendo a Manhã

de João Cabral de Mello Neto

Um galo sozinho não tece uma manhã:
ele precisará sempre de outros galos.
De um que apanhe esse grito que ele emite
e o lance a outro;

de um outro galo
que apanhe o grito de um galo antes
e o lance a outro;
e de outros galos
que com muitos outros galos se cruzem
os fios de sol de seus gritos de galo,
para que a manhã, desde uma teia tênue,
se vá tecendo, entre todos os galos.


A campanha “O petróleo é nosso” está de volta! Inkorgen

Agência Petroleira de Notícias

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A campanha “O petróleo é nosso” está de volta!
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Fonte: Agência Petroelira de Notícias (www.apn.org.br)

No próximo dia 15 de março, de 9h às 19h, na Associação Brasileira de Imprensa – ABI (Rua Araújo Porto Alegre, 71, Centro do Rio de Janeiro-RJ, próximo da Biblioteca Nacional), será realizado o Seminário Nacional contra a Privatização do Petróleo e Gás Brasileiros. É o resgate da luta histórica que mobilizou amplos setores da nação brasileira na década de 50 em torno do grito “O petróleo é nosso!”

O objetivo do Seminário é socializar as informações sobre o crime que representa a entrega das riquezas naturais. E construir um Fórum Nacional Contra a Privatização do Petróleo e Gás, que conte com a participação das entidades que defendem a soberania.

Impedir a realização dos leilões das áreas promissoras de petróleo e gás é fundamental para a construção de uma sociedade justa e igualitária. Por isso, a participação de todos os brasileiros, grupos, movimentos sociais e entidades de classe que defendam a soberania.

Na parte da manhã, acontecerá um debate com a participação de representantes de entidades governamentais, que irão apresentar seus argumentos em relação aos leilões, e movimentos sociais, intelectuais e trabalhadores contrários a esse processo de privatização. Concluída a exposição inicial de cada debatedor, o público poderá fazer perguntas e considerações. João Pedro Stédile, membro da Coordenação Nacional do MST e da Via Campesina Brasil, e Fernando Siqueira, diretor da Associação de Engenheiros da Petrobrás – AEPET, já confirmaram presença.

A partir das 14h, será a Plenária de Trabalho que tratará especificamente da organização do Fórum Contra Privatização do Petróleo e Gás Brasileiros. Essa parte da tarde terá três sub-tópicos: 1) Definição do caráter do Fórum e sua organização; 2) Estabelecer as ações do movimento no campo das lutas, da comunicação (divulgação para sociedade e imprensa alternativa) e da formação de formadores, multiplicadores; 3) Construção do calendário de atuação do Fórum.

A organização da sociedade no sentido de deter esse ataque é imperativa, até porque é necessário construir coletivamente a forma de barrar a realização da 8ª Rodada de Leilão das áreas promissoras de Petróleo e Gás Brasileiros, que está sub judice, mas que a Agência Nacional de Petróleo insiste em realizar. Essa bandeira contra a privatização deve ser assumida por toda a sociedade brasileira. Temos que resgatar e gritar bem alto ainda hoje: “O petróleo é nosso!” Participe do seminário.

A Comissão organizadora da atividade é composta pelo Sindipetro-RJ, MST, Aepet, CUT, Conlutas, FUP, FNP e Fist. As inscrições podem ser feitas, enviando uma mensagem para redacao@apn.org.br, constando nome completo, e-mail, telefone, cidade em que mora, estado e entidade ou movimento do qual participa. As inscrições também podem ser feitas por telefone: (21) 3852-0148 ramal:207. Mais informações: www.apn.org.br


Educadores do MST ocupam reitoria de universidade em Fortaleza

Fonte: http://www.mst.org.br/mst/pagina.php?cd=4905

Educadores do MST ocupam reitoria de universidade em Fortaleza

14/02/2008

Há onze meses sem receber remuneração, mais de 200 educadores do MST que fazem parte do Pronera (Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária) – parceria entre o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária e a Uece (Universidade Estadual do Ceará) – ocuparam na manhã desta quinta-feira (14/02) o prédio da reitoria da Universidade, em Fortaleza.

A pauta de reivindicações dos trabalhadores (confira abaixo) inclui a liberação dos recursos em atraso, ações de continuidade e melhoria do Pronera e investimentos na educação do campo nos assentamentos de reforma agrária. A determinação do MST é de desocupar o prédio apenas quando o reitor resolver a situação do Pronera e for marcada uma audiência com o governador do estado, Cid Gomes, e a Seduc (Secretaria Estadual de Educação) , com encaminhamentos concretos.

Mesmo sem receber remuneração, os educadores continuam nas salas de aula, pelo compromisso do MST com a erradicação do analfabetismo nas áreas de reforma agrária e com a luta pela educação universal, uma bandeira prioritária para o movimento.

Pauta do Movimento

Audiência imediata com o Reitor da UECE, Secretaria Estadual de Educação, Governador do Estado e INCRA.

Com a UECE

1 – Liberação imediata da remuneração dos/as educadores/as referente ao período de abril a dezembro de 2007 (processos já dado entrada no DECOFIN desde 07 de dezembro de 2007).

2 – Liberação imediata dos recursos para o curso de capacitação de educadores/as do PRONERA.

3 – Agilidade, pelo DECOFIN, na liberação dos próximos recursos do PRONERA (Projeto I e II e Projeto de Formação de Educadores/as).

4 – Criar um grupo de trabalho e definir coordenação da UECE para a elaboração de novos projetos para o PRONERA (escolarização de segundo segmento, cursos de graduação: Veterinária, Serviço Social e Pedagogia).

5 – Agilidade nos processos de licitação para a compra de material para as salas de aula.

Com a SEDUC

1 – O Estado assumir o ensino de todos os níveis e modalidades nos assentamentos onde têm uma grande demanda (Santana em Monsenhor Tabosa, 25 de Maio em Madalena, Lagoa do Mineiro em Itarema e Maceió em Itapipoca);

2 – Criar políticas públicas para a Educação do Campo, criando no organograma da SEDUC um setor para coordenar sua efetivação.

3 – Construção, ampliação e reforma de escolas nos assentamentos de Reforma Agrária.

4 – Realização de concurso público específico para o campo, priorizando os profissionais das próprias localidades.

5 – Criação de cursos de graduação nas universidades estaduais e cursos técnicos nas escolas técnicas, direcionadas as pessoas do campo com a participação dos movimentos sociais do campo.

6 – Realização de convênio com o MST de um projeto de alfabetização de jovens e adultos.

7 – Substituição dos anexos por escolas patrimoniais.

8 – Garantir em todos os assentamentos e acampamentos a educação infantil.

9 – Parceria com os movimentos sociais do campo para a realização de cursos, seminários e formação continuada de educadores/as das áreas de assentamentos das áreas de assentamentos e acampamentos de reforma agrária.

Setor de Educação do MST Ceará

Reforma Agrária, por Um Brasil Sem Latifúndio.

Educação do Campo, direito nosso, dever do estado.

Fortaleza, 14 de fevereiro de 2008.



    Carta-protesto dos estudantes ao INCRA

Nós, estudantes de diversos cursos e universidades brasileiras, que nos dedicamos a estudar e interpretar a realidade brasileira e propor soluções para os problemas do nosso povo, sentimos necessidade de expressar nossa preocupação em torno de alguns assuntos pertinentes a este órgão e ao Estado brasileiro de modo geral. Desta forma nos articulamos nacionalmente para a elaboração desta pauta conjunta que está sendo entregue hoje em diversas superintendências regionais do INCRA. Também a título de protesto e refletindo o nosso estado de indignação com a situação da reforma agrária no Brasil, ocupamos nesta manhã a sede do INCRA SR 06, em Minas Gerais com 300 jovens universitários de 13 universidades mineiras e 11 de outros estados, permanecendo no prédio até que se chegue a um termo de acordo sobre os seguintes itens:

1. Estamos indignados com a situação da Reforma Agrária no Brasil. Nos solidarizamos com o Fórum Nacional de Reforma Agrária (FNRA) e a todas as suas organizações e movimentos que lutam pela terra no Brasil que em seu manifesto de janeiro último declaram 2007 como o pior ano para a Reforma Agrária no Brasil.

2. Apoiamos a iniciativa encabeçada pela Comissão Pastoral da Terra e encampada pelo FNRA de promover um amplo debate na sociedade a respeito da necessidade de limitar o tamanho da propriedade rural no Brasil. Neste sentido, queremos a abertura do INCRA a esta pauta, que entendemos também lhe diz respeito, apoiando a campanha nacional no que for necessário.

3. Exigimos a imediata atualização dos índices de produtividade ora utilizados, que ainda são de 1975, de acordo com a proposta do MDA de 2005. Confiamos que esta medida contribui enormemente para agilizar o processo das desapropriações em diversos estados brasileiros e é um ponto central da luta pela Reforma Agrária e pela justiça social no campo hoje.

4. Pela proibição da compra de terras por empresas estrangeiras para monocultivo de cana, gado, soja, etc. A especulação fundiária para a produção do agronegócio já fez os preços de terra baterem recordes em diversos lugares. Pela expropriação imediata das terras de empresas estrangeiras em área de fronteira, que viola a constituição brasileira e agride a soberania nacional, como exemplo as terras da transnacional Stora Enzo, na fronteira do RS.

5. Em especial pedimos que seja aprovada a lei de expropriação de todas as fazendas com trabalho escravo. E recuperar imediatamente as mais de 80 fazendas identificadas pela justiça federal como lavagem de dinheiro do narcotráfico, no Mato Grosso do Sul.

6. Pela imediata desapropriação da fazenda Nova Alegria de propriedade do Sr. Adriano Chafik Luedy, mandante e executor do massacre de Felizburgo, em 20 de novembro de 2004, em Minas Gerais. O processo já percorreu todos os trâmites burocráticos e encontra-se há mais 5 meses na mesa do Presidente da República aguardando somente sua assinatura.

7. Punição aos culpados dos inúmeros casos da violência nas questões fundiárias, tendo como exemplos os assassinos da Irmã Dorothy e do massacre de Eldorado dos Carajás, ambos no Pará, e do recente assassinato de Valmir Mota pela Syngenta no Paraná e tantos outros. De 1985 a 2005, foram cometidos 1426 homicídios ligados a conflitos agrários no Brasil. Apenas 76 casos foram levados a julgamento, 16 mandantes foram condenados. Nenhum está preso.

8. Por soberania alimentar! Não comemos eucalipto ou cana-de-açúcar. Somos contra o monocultivo exportador que causa aquecimento global e tantos prejuízos ambientais. Exigimos a reversão do modelo tecnológico e agrícola que vem sendo priorizado pelo governo e que favorece largamente as grandes culturas de commodities para exportação em detrimento da produção de alimentos para consumo interno.

9. Todo apoio à criação e fortalecimento dos cursos e turmas específicos para os movimentos sociais em convênio com as universidades federais e estaduais. Acreditamos que dessa forma inicia-se um importante processo de recuperação de uma dívida histórica com os sujeitos sociais excluídos do processo de desenvolvimento industrial-dependente que expulsou milhões de famílias do campo, gerando um arco de excluídos urbanos nas periferias das cidades e um contingente de excluídos rurais – os sem-terra.

10. Pelo fortalecimento da Reforma Agrária no seu sentido pleno, não restrito a entrega de lotes e sem um mínimo apoio posterior. É necessário um conjunto de medidas que consolidem no campo o núcleo familiar e comunitário com garantia de infra-estrutura, educação, saúde, cultura, esporte e crédito. No que cabe a nós, da universidade, propomos que seja priorizada a produção de pesquisa e extensão que acumule para a compreensão da realidade da luta pela terra e contribua para a mediação de seus conflitos e meios de solucioná-los.

11. Que o Estado brasileiro reconheça a importância do estabelecimento da relação entre o movimento camponês e estudantil e viabilize ferramentas para seu fortalecimento. A experiência dos estágios de vivência têm se mostrado acertadas e já duram 19 anos, contribuindo para uma formação profissional socialmente referenciada, solidária e comprometida com a transformação da realidade do campo. É necessário consolidar políticas públicas que viabilizem sua implementação e continuidade nos estados, garantindo recursos e prioridade política para sua realização.

Belo Horizonte, 14 de fevereiro de 2008

FEDERAÇÁO DOS ESTUDANTES DE AGRONOMIA DO BRASIL, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA FLORESTAL, DIRETORIA EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE FONOAUDIOLOGIA, EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE TERAPIA OCUPACIONAL, EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE FARMÁCIA, EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE VETERINÁRIA, FEDERAÇÃO DO MOVIMENTO ESTUDANTIL DE ESTUDANTES DE HISTÓRIA, EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE BIOLOGIA, EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE FILOSOFIA, EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE EDUCAÇÃO FÍSICA, DCE-VIÇOSA(MG), DCE UFMT(MT), DCE-UFMG(MG), DCE-UBERLÂNDIA(MG), DCE-SJDR(MG), DCE da UFJF(MG), DCE da UFBA(BA), DCE UFPA (PA); DCE da Estácio de Sá(ES), DCE UFPI(PI); DCE UNCISAL; DCE UFAL; DCE da UENF(ES), Diretório Acadêmico Marina Andrade Resende/UFMG, Diretório Acadêmico de Biologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Diretório Acadêmico de Farmácia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Diretório Acadêmico de Terapia Ocupacional da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Diretório Acadêmico da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (UFMG), DA ON UFSM(SC); C.A. de T.O. da UEPA(PA), C.A. Farmácia UFPI(PI); C.A. Alexandre Martins Castro Filho(UNIVIX), CA de Com. (FAESA), CA João Baptista Herquenhoff (UVV), DA de Fono UFSM (RS), CA de C.Sociais de UFMT(MT), CA Agro UFSM (RS), C.A. de Psicologia da UFPR(PR), C.A. de Farmácia da UFPR(PR), CA de agronomia da UFRRJ(RJ), CA de agro da UFERSA(RN), CA-TO USP(SP); CAFONO USP(SP); CAAGRO UFRA (PA); CAEF UFRA (PA).


Médicos assassinos (apesar de não julgados)

Para lembrar….
1) do estudante morto na USP no trote de 1999 e seus assassinos
2) do índio patachó, morto queimado em Brasília e seus assassinos.

Vocês se lembram do estudante de medicina que foi encontrado morto na piscina da USP, em 1999? Ele foi afogado mecanicamente (isto significa que, mesmo não sabendo nadar, foi jogado várias vezes na piscina, até que não resistisse mais), num trote realizado na USP.


Então, vocês têm que saber que, até hoje, ninguém foi responsabilizado pela morte do rapaz. E os acusados estão livres, leves, soltos, exercendo suas
profissões e gozando a vida.

Tomem nota do nome dos acusados:

*1) FREDERICO CARLOS JANA NETO*, não mais chamado pelos amigos de ‘Ceará’, para que ninguém se lembre dele pelo apelido, que ficou associado
à tragédia de 1999. Formado pela USP, tem 28 anos e
*atende no Hospital das Clínicas* de SP;

*2) ARY DE AZEVEDO MARQUES NETO *, tem 25 anos e na época, era aluno do 3° ano e presidente da associação atlética, e foi dele o grito de guerra para que os calouros fossem jogados na piscina (que possui de 2 a 4 metros de profundidade);

*3) GUILHERME NOVITA GARCIA* , especializado em *ginecologia *(cuidado mulheres! ) , também cursa cirurgia.Tem 29 anos e é apelidado de
‘Campanha’. Admitiu ter feito brincadeiras para assustar os calouros e admite ainda ter jogado uma estudante na piscina naquele dia;

*4)** LUIS EDUARDO PASSARELLI TIRICO *, titular do time de basquete da faculdade e considerado o ‘mauricinho’ da turma. Tem 24 anos, e, junto com FREDERICO E UILHERME , foi denunciado. Não podemos, também, esquecer do

*Sr. MÁRCIO THOMAZ BASTOS que virou- pasmem! –
MINISTRO DA JUSTIÇA do** governo Lula (mais uma do Lula ), e que, 24 horas depois de assumir o cargo, pediu a SUSTAÇÃO DO PROCESSO.* Isso porque ele era um dos advogados de defesa do LUIS EDUARDO PASSARELLI TIRICO. Diz o ministro da justiça de Lula que inexiste relação entre sua nomeação e o pedido de sustação do processo, mas,segundo a promotora responsável pelo caso, ‘é, no mínimo, uma coincidência muito estranha o fato de a ação ser interrompida um dia depois da nomeação de Márcio Thomaz Bastos, sabendo-se que ele defendia um dos acusados’.

Vê-se, portanto, que sem o prosseguimento da ação, até hoje o único culpado
(???) foi a própria vítima, EDISON TSUNG CHI HSUEH, que pagou com a própria
vida pelo esforço que fez para entrar no curso da USP.


Só pra refrescar mais um pouco a memória. *o nosso Ministro da Justiça
(infelizmente), MÁRCIO THOMAZ BASTOS , foi também advogado dos
delinqüentes que assassinaram o índio pataxó, aos quais, igualmente, NADA aconteceu. *


Enquanto essa figura funesta, o defensor-mor dos direitos humanos só para os bandidos, posar e atuar como ministro, estamos todos ferrados.


REPASSE ESSE E-MAIL, NÃO POR COMPAIXÃO, MAS SIM PARA QUE A JUSTIÇA SEJA
FEITA. SÓ ASSIM PODEREMOS SONHAR COM UMA SOCIEDADE JUSTA, HONESTA E COM MENOS VIOLÊNCIA.


Grato

Hélio C de Toledo César

‘De São Paulo para o Mundo’

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Violência sadomasoquista típica de ditaduras

por Tarcisio Praciano-Pereira

Eu sou um aposentado, professor aposentado da Universidade Estadual Vale do Acaraú e como tal inexistente. Mais de uma vez os vigilantes dum dos Campus da UeVA manifestaram estranheira do meu direito de ir e vir dentro do Campus.

Primeiro que tudo se trata de ignorância de direitos dum cidadão muito possivelmente inspirado e instigado pelas assim chamadas “autoridades universitárias” coisa que tais autoridades deveriam se inspirar numa anedota atribuída a São Francisco, o criador da ordem dos franciscanos.

Se diz que um dia um noviço passando pelos corredores do claustro, se depara com o santo lavando um dos corredores e espantado reclama como, ele, o mestre, estava fazendo aquele serviço tão rude.

Simples e claro o o santo teria respondido, “ego sum servum servorum Dei”, “eu sou o servo dos servos de Deus” querendo com isto dizer que ele, o fundador da ordem, o dirigente geral dos franciscanos, tinha como princípio estar a serviço de todos os servidores de Deus.

Eis um princípio que vemos faltar nos nossos governantes. A grande maioria deles pensa que é um príncipe. A altivez, é uma marca comum daqueles que nos governam. É comum o governador dizer que somente fala com deputados, quando afinal é o nosso mais importante servidor e deveria, humildemente, comparecer à praça pública, de quando em vez, para ouvir daqueles que, pelo princípio constitucional, já que que o princípio moral ditado por São Francisco de Assis talvez esteja caduco, pelo princípio constitucional o governador governa a partir dos nossos anseios e por nossos anseios.

Vale o mesmo para os reitores das Universidades que se escondem por trás dum adjetivo caduco, magnífico, o que certamente os faz pensarem que são um seres aparte e mais importantes do que os demais e na verdade são apenas servos dos cidadãos envolvidos na universidade e nada tem de magnífico a não ser a denominação fora de época mas ainda em uso. Vale o mesmo para juízes e ou delegados que exigem ser chamados de sua excelência e novamente aqui eles nada são do que servidores que deveriam sentir a responsabilidade de bem atender e com prestitude ao cidadão que deles precisar.

Em particular num dos campus da UeVA a Universidade Estadual divide um campus com o Instituto Federal do Ceará e aqui eu tenho sofrido algumas restrições que eu caracterizaria como imorais e típicas do momento ditatorial que estamos vivendo. Neste campus em que se encontram duas entidades públicas e portanto o campus é um espaço público, eu sou visto duplamente como uma esquisitice: não sou da UeVA e não sou do IFCE. Mas eu sou um cidadão que tem o direito de ir e vir e ser respeitado cuidadosamente desde que esteja dentro da lei sobre o qual não pode haver dúvida de que eu esteja.

Não é somente o meu caso, embora eu vá a fundo na luta pelo meu direito. Eu já presenciei o absurdo de um dos vigilantes da UeVA tenha feito voltar a atrás um do aluno do IFCE porque, por volta das 22:00 horas ele caminhava se aproximando dum dos portões reconhecido como “portão da UeVA” porque ele deveria sair do campus pelo portão do IFCe. Eu decidi-me a fazer este protesto, inicialmente pacífico, mas não tenham dúvidas de que eu vou reagir à altura da violência pela qual passei hoje, quando, tentando sair pelo portão do IFCe a vigilante me advertiu, observe bem, não
me dirigiu um observação educada, como deveria, me advertiu de que eu deveria ter escolhido o portão da UeVA para sair. Observem bem a situação grotesca em que eu me encontrei, e vou fazer chegar este texto aos ouvidores de ambas as instituições na esperança de que os sadomasoquismos aqui caracterizados sejam sanados e corrigidos, no meu caso hoje, eu tinha o carro estacionado perto do assim chamado “portão da UeVA” que se encontrava fechado e pude ver quando me dirigi ao outro portão que o “vigilante da UeVA” estava numa conversa em um dos espaços do IFCE com alguém que pude identificar como “vigilante do IFCE”. Não parei o carro e simplesmente me dirigi ao outro portão que encontrei fechado, mas sem cadeado. Desci do carro e fui abrir o portão para sair e pretendia deixá-lo fechado da mesma forma depois de passar, quando fui “advertido” pela vigilante de que estava me dirigindo ao portão errado. Uma grosseria desnecessária dirigida a um cidadão que estava encerrado naquele espaço e, tardiamente, tentava sair.

Eu nem mesmo tentaria justificar ou defender o meu direito a usar o espaço destas duas instituições porque me parece despropositado fazê-lo, é um direito que tenho como cidadão, o de ir e vir, e neste caso, tardiamente me retirava quando o portão já estava fechado e como não poderia mesmo ficar encerrado lá dentro o lógico é que me fosse aberto o portão para que eu me retirasse com a óbvia e possível necessidade de que eu explicasse o meu atraso na saída, se parecesse assim necessário.
à vigilante o que eu faria sem discutir, embora aqui também me pareça que haja uma falha apenas reconheço que, considerada a extensiva corrupção que nos rodeia, é natural se pensar que sair tarde pudesse representar uma tentativa de roubo do patrimônio público. Mas neste caso acredito que se tratou apenas dum abuso de autoridade que não posso aceitar.

Tempos sombrios estes que vivemos em que os direitos se encontram permanentemente sendo postos em questão. Terrível que reitores queiram ser chamados de magníficos, que juízes dum tribunal superior queiram ser chamados de ministros e serem tratados de suas excelências quando ultimamente tem se comportado mesmo como canalhas.

Pacistão ou Libertidistão e vale para o Bralistão.

Estou traduzindo um texto em que o autor descreve o Pacistão mas que ao terminar confessa de que está falando dos Estados Unidos da América do Norte e cabe como um luva no Brasilistão dominado pelos canalhas do STF, STJ, CNJ e seus cúmplices instalados no Congresso todos monitorados pelo criminoso espião da C.I.A. instalado como se fosse um juiz em Kúritiba.

Segue a tradução, mas se você quiser ler o original eu vou publicar a tradução entremeando os parágrafos em inglẽs.

Não deixe passar este alerta. Um país está no ponto de ser destruído e o seu povo necessita do seu auxílio e aqui está uma sinópse da tragédia:

Please don’t skip this alert.
A country is on the brink of catastrophe. And its people desperately need our help.
Here’s a synopsis of the tragedy unfolding as we speak:

1) Uma parcela dos seus mais ricos habitantes está gastando bilhões para instalar marionetes nos postos de serviços, desde vereadores até os mais altos níveis de governo o que incluí o presidente do país (como aqui com o famigerado vampirão) para fazer a coplagem entre a classe-de-uber-ricos e que se dane a grande maioria dos outros.

1) A few of the country’s richest inhabitants are spending billions to install political puppets in office — from city councils up to the highest levels of government, even the country’s president — who will do the bidding of the wealthy uber-class, the overwhelming majority of the populace be damned.

2) A tradição nacional de eleições democráticas (que afinal tivemos no Brasil por um curto período) está sendo destruída no caminho da plutocratização do país.
2) The nation’s proud tradition of democratic elections is eroding as the country lurches toward plutocracy.

3) Coorporações multinacionais podem gastar o que quiserem para adquirir “políticos” (entre aspas porque eu sou político e não entendendo que estes canalhas que estão destuindo o nosso país merecessem ser chamados de políticos) como eu traduzia, elas podem gastar o que quiserem para atrelar como marionetes “políticos” para estabelecer o cíclo vicioso para lhes garantir mais poder e corrupção.
3) Multinational corporations can spend as much as they want pushing politicians and policies that will make them even more profitable, creating a feedback loop of corporate corruption leading to more corporate power leading to more corporate corruption and on and on and on and on.

4) Candidatos a “políticos” (entre aspas porque eu sou político e não entendendo que estes canalhas que estão destuindo o nosso país merecessem ser chamados de políticos), como eu traduzia, candidatos a “políticos” criam grupos fantasmas para gastar quantias ilimitadas de dinheiro com que atacam seus oponentes e eles tem inclusive o direito de manter segredo sobre quem são os bilionários e grandes empresas que os estão financiando.
4) Political candidates create shadowy groups to spend unlimited money attacking their opponents, and these groups don’t even have to disclose which billionaires and Big Businesses are funding them.

5) E pasmem, a coincidência do Pacistão com o Brasilistão neste ponto, os juizes instalados nas mais altas cortes é quem vêm facilitando esta corrupção destruindo a legislação centanária (a nossa não é tão vetusta, mas é um Constituição respeitável que os canalhas togados estão destruindo) e eu traduzia, os juizes estão facilitando a sujeira destruindo as leis que controlam as eleições.
5) Judges on the country’s highest court have facilitated this corruption with rulings overturning a century of protections against control of elections by the elite.

A nação está sob o controle de quem fala bobagens, de quem estufa o peito e falsos populistas já agravados com crimes de nepotismo, narcisismo e degradação erótica. Esta pobre nação poderia ser chamada de Brasilistão (PACistan) mas você a conhece como Estados Unidos do Brasil e eu, sinceramente, gostaria de estar exagerando.

The nation is led by a say-anything, self-aggrandizing faux populist leader guilty of nepotism, narcissism and nativism. This besieged nation’s nickname could be PACistan. But you know it as the United States of America. And I sincerely wish I were exaggerating.

E assina, Robert Weissman, President, Public Citizen, pelo PACistan e eu, Tarcisio Praciano-Pereira, pelo Brasilistão

Se a xícara estiver cheia não vai ser possível derramar mais chá nela.

Numa época, na China, vivia um mestre Zen de nome Nansen.

Na mesma cidade também vivia um professor de filosofia e numa viagem ele passou pelo sítio onde morava Nansen que o convidou para entrar lhe dizendo, “espere um pouco”.

O professor parecia ter pressa, mas Nanses lhe disse, “Eu vou preparar-lhe um chá.
Você parece cansado, espere um pouco, descanse um pouco e tome uma chícara de chá e depois podemos conversar”.

Nansen começou a ferver a água e ao mesmo tempo observava o professor. Enquanto a água fervia ele observava que o professor também fervia.

A chaleira fazia os ruídos da água iniciando a fervura, e o professor também produzia
ruídos falando continuamente. O professor estava se preparando – o que perguntar, como perguntar e de onde começar com as perguntas.

Nansen sorria para si mesmo enquanto observava o professor e pensava, “Este homem está tão repleto que nada mais entra nele. Não há respostas para os seus questionamentos porque não há quem as receba. A visita não pode entrar na casa – não há espaço livre.”

Compassivo, Nansen queria ser uma visita para este professor. Tentou bater à porta, mas
simplesmente não havia portas. Mesmo que ele criasse uma porta, não haveria espaço livre. O professor estava tão repleto que nem mesmo poderia entrar em si mesmo. Ele estava do lado de fora do seu próprio ser, na soleira da porta, incapacitado para entrar.

Nansen derramou o chá na chícara. O professor começou a ficar nervoso porque Nansen derramava continuamente o chá na chícara e já estava derramando e logo iria começar a se derramar pelo chão.

Disse o professor, então! “Pare! Que está fazendo? A chícara já não cabe mais nada de chá, nem mesmo uma única gota. Está louco? Que pensa estar fazendo?”

Nansen sorriu e respondeu ao professor, “Se dá o mesmo consigo. Você está tão tenso e alerta para observar e aprender que, como a chícara, está cheio e impossibilitado de receber algo mais! Por que não se preocupa consigo mesmo? Você está derramando opiniões, filosofias, doutrinas, escrituras. Já sabe demasiado, eu então nada lhe posso dar! Você viajou em vão. Antes de vir deveria ter se esvaziado, esvaziado a sua chícara de chá de tal modo que eu pudesse derramar alguma coisa dentro.”

Não comece pensando que você já sabe tudo. Não imagine que você já saiba alguma coisa antes de que você faça um teste.

O nosso modo de aprendizado é o da tentativa e erro, fazendo experiências, experimentando e explorando. Retire da sua cabeça as noções preconcebidas, por exemplo do que pode representar aprender Mandarim, ou uma outra linguagem qualquer e a partir daí você estará preparado para receber. Esta é a forma do aprendizado, por exemplo como as crianças aprendem, elas sabem que estão no começo e que todo aprendizado é bem vindo o que as torna imediatamente preparadas para aprender. A chícara delas está vazia e então é possível enchê-las de chá.

Sem revolução não teremos mudanças.

Coordenador da Frente Nacional Luta Campo e Cidade, Zé Rainha, um dos mais conhecidos ativistas na luta pela terra no Brasil, articula uma grande marcha nacional para o próximo 21 de maio em defesa da liberdade de Lula; o ato deve mobilizar 500 pessoas, que sairão de 11 estados; “Eu não consigo ver esse Brasil […]

via Zé Rainha: sem revolução, não teremos mudança | Brasil 247 — BRASIL S.A

Scripts do gnuplot, memorizando o trabalho

scripts do gnuplot memorizando o trabalho

Tarcisio Praciano-Pereira

Este é o segundo artigo dum série sobre
gnuplot, um programa para
fazer gráficos. Aqui eu vou mostrar como memorizar o trabalho o que
pode ser mesmo que planejar o trabalho no
gnuplot. Estas duas formas de falar servem para
encobertar que é possível
fazer programas em gnuplot, apenas gnuplot
não é oficialmente uma linguagem de programação.

A versão mais completa desta artigo você encontra na Sobral Matemática e ele faz referência a programas para rodar com gnuplot
que você pode baixar dum link indicado. Meus programas são todos distribuído com
a licença GPL na versão que melhor lhe convier.

Dedico este artigo ao prisioneiro político Luís Inácio Lula da Silva!

Este artigo é continuação deste artigo que seria interessante que você lesse como prerequesito para este. Nele
eu estabeleço como condição de trabalho que você abra dois terminais
e num deles execute

gnuplot

e no outro faça o mesmo mas o reserve para executar o
help na medida em que for necessário. Este é o cenário do artigo.
Também é importante que você esteja no diretório certo, vou supor
que este cenário acontece num diretório que vou chamar de gnuplot e
nele que devem estar todos os programas que eu lhe sugerir que
baixe da Sobral Matemática. Não fazendo isto podem ocorrer
erros do tipo

“Gnuplot02_02.gnuplot”, line 0:
Cannot open script file ‘Gnuplot02\_02.gnuplot'”

em que gnuplot está dizendo que não pode encontrar
o arquivo \texttt{"Gnuplot02_02.gnuplot} porque eu fiz um
"load" em diretório errado, em que não havia

o programa “Gnuplot02_02.gnuplot”.

Uma chateação é definir funções num terminal do gnuplot e quando ele
for encerrado ficar todo o trabalho perdido. Uma solução para este incômodo
é guardar as informações num arquivo e depois carregá-lo para dentro
do gnuplot.

Deixe-me começar com um exemplo que lhe peço que execute para que eu teça
comentários em cima da experiência que você adquiriu. Baixe
o arquivo Gnuplot02_02.gnuplot
colocando no mesmo diretório onde você estiver executando o gnuplot
e agora execute, no terminal do gnuplot

load “Gnuplot02\_02.gnuplot”

não esquecendo as aspas. Se você esquecer gnuplot vai lhe dizer que
você terá cometido um erro associado uso de texto. Não vou entrar no detalhe
deste erro que depois deverá ficar claro para você, se errar, corrija!

É interessante ler o arquivo
Gnuplot02_02.gnuplot abrindo-o com qualquer editor de textos
antes de executá-lo e depois também, tentando entender o que aconteceu.
Melhor será ainda que você altere o arquivo, mas não se esqueça de guardar
uma cópia de reserva para poder recomeçar do ponto de partida quando
houver erro.

O resultado deste comando “load” foi a abertura duma janela
gráfica com os gráficos de três funções e um título na janela gráfico
que você deve observar está escrito usando ortografia correta do português.
O responsável é a função sprintf() e eu ainda vou retornar a
discutir esta função mais para frente. Neste momento interessa apenas que
ela permite escrever frases com a ortografia correta, entretanto, você
não pode fazer isto diretamente no terminal do gnuplot.
Experimente e verá
que tipo de ocorre: raspe e cole o comando

set title sprintf( “minha primeira função – gnuplot sabe somar funções”);

para ver o que ocorre. Não vou entrar, neste momento nas
possibilidades que sprintf() oferece, o que me interessa agora
é que possivel editar uma lista de comandos do gnuplot, gravá-los num
arquivo e depois carregá-lo com load.

A única novidade em Gnuplot02_02.gnuplot sobre o que foi exposto
em Gnuplot02_01.gnuplot é uso
de sprintf() para formatar o título da janela gráfica de
gnuplot. Observe que neste script eu redefini a função potência e
como você poderá ter uma série de funções ou constante que sejam
interessantes para usar com gnuplot, você poderá criar um arquivo,
por exemplo BibliotecaGnuplot.gnuplot em que você registra
as denifições que lhe forem caras e ao iniciar qualquer sessão com
gnuplot que seja o primeiro comando

load "BibliotecaGnuplot.gnuplot"

Observe que estou lhe sugerindo um nome para bibliotecas de programas e que não
se trata dum programa que você possa encontrar para baixar. Mas de você me pedir
eu posso enviar-lhe ou passar-lhe um link para uma biblioteca que já tenho para
usar com gnuplot.

Retornando aos comentários sobre o
arquivo Gnuplot02_02.gnuplot,
ele é uma pequena apresentação sobre função quadrática e gnuplot
lhe dá uma alternativa bem interessante para usá-lo como gerenciador
de apresentações. Sei que isto funciona bem sob Linux e não posso
garantir como funciona sob outros sistemas uma vez que uso exclusivamente
computadores rodando Linux, porque eu sou livre e amo a liberdade!

Abra um novo terminal e nele digite

gnuplot Gnuplot02_02.gnuplot

observe agora a ausência de aspas, porque, você está passando
um arquivo para gnuplot o que é diferente de estar dentro do
gnuplot e carregar um arquivo. Você está rodando gnuplot e lhe passando
um lista de comandos que é o conteúdo do arquivo
gnuplot Gnuplot02_02.gnuplot.

Abra o arquivo com um editor de textos noutro terminal enquanto você
executa gnuplot Gnuplot02_02.gnuplot. Entenda como se você
estivesse fazendo uma apresentação, jogando numa tela de projeção
o resultado desa operação. Inclusive sugiro que você melhore
a apresentação a seu gosto incluindo mais comandos “print
explicando melhor o assunto – equação do segundo grau.
Não se esqueça de dividir sua explanação em blocos separados pelo
comando

pause -2 "aperte para continuar "

e compare com o resultado do comando

pause 5 "vou prosseguir em 5 segundos"

A diferença está em fornecer um parâmetro positivo ou negativo
para pause. Se você fornecer um número qualquer negativo,
pause vai aguardar, pacientemente, pelo uso do .
Fornecendo um número positivo, ele vai contar os segundos que correspondem
ao número. Leia e roda Gnuplot02_03.gnuplot
e sobretudo leia para verificar como difere de
Gnuplot02_02.gnuplot.

Você tem, assim, dois métodos para rodar gnuplot:

  1. usando load quando chamar um script de
    dentro do gnuplot,

  2. chamando gnuplot e lhe passando na linha de comandos
    o nome do arquivo que contém o script, e neste caso, sem aspas.

Leia e rode a nova versão do programa, Gnuplot02_04.gnuplot.

Encriptação

Dedico este artigo ao prisioneiro político da ditadura fascista que nos assola, Luís Inácio Lula da Silva. #LulaLivre

Aqui dois aplicativos simples para você encriptar o que escrever, por exemplo, o
arquivo com suas senhas. Claro, roda em Linux e eu não uso este outro troço vulgarmente chamado de sistema operacional.

#! /bin/bash

function apeteco (){
echo “Aperte uma tecla para continuar”;
read teste;
return 0;
}
function encripta() {
gpg -c -o$1.gpg $1
## less $1
rm $1
return 0;
}

encripta $1
apeteco;

Coloque-o no diretório em que ficam os programas executáveis. Na minha máquina
eu tenho um /home/tarcisio/bin e é lá que coloco os arquivos executáveis que eu
escrevo.

Como usar? Num terminal execute:

decripta nome_arquivo

em que “nome_arquivo” é o arquivo que você deseja encriptar. Vai lhe ser pedida uma senha que ainda vai ser pedida outra vez para verificar, sendo produzido o arquivo

nome_arquivo

que é o arquivo encriptado. Aqui havia um erro, corrigi agora! O comando errado
era

nome_arquivo.gpg

A extensão não é necessária, o meu programa acrescenta a extensão “gpg” quando fizer a enctriptação e a retira quando fizer desencriptação.

Este você pode enviar pela rede para quem você quiser com segurança e repassar a senha para quem o vai receber por outro canal. Ou simplesmente guardar num pendrive e levar consigo no bolso. Por exemplo a lista de suas senhas.

É necessário que o gpg esteja instalado, no Debian/gnu/Linux e seus derivadas, como ubuntu, mint você instala com o comando

sudo apt-get install gpg

se não já estiver instalado.

Agora o outro programa para desencriptar é

#! /bin/bash

function apeteco (){
echo “Aperte uma tecla para continuar”;
read teste;
return 0;
}

function decripta() {
gpg -d -o$1 $1.gpg
less $1
rm $1
return 0;
}

decripta $1
apeteco;

e funciona de forma parecida com o outro:

decripta nome_arquivo

Se você tiver criado nome_arquivo.gpg com o outro programa, este irá desencriptar lhe pedindo a chave que você tiver usado anteriormente.

Aqui havia um erro, corrigi agora! Em nenhum dos dois programas é preciso indicar a extensão “gpg” ela será colocada ou retirada pelos programas. Se você quiser encriptar um arquivo denominado “programas” o resultado ser “programas.gpg” que é o arquivo encriptado mas o comando será

encripta programas

Se você quiser desencriptar o arquivo “programas.gpg” que foi encriptado por você e que você então conhece a senha, o comando será

decripta programas

Isto é uma boa ajuda com esta quantidade imensa de senhas que temos que manter. Eu as coloco todas num arquivo, encripto e ponho num pendrive. Se perder o pendrive está tudo protegido, e onde eu chegar uso o pendrive para abrir o arquivo e usar as senhas. Basta ter o cuidado de usar uma senha suficientemente longa, uma boa senha.
E será esta a única senha que você precisa memorizar.