Direitos Humanos

Em Itabapoana o povo conseguiu varrer os corruptos.

Bom Jesus de Itabapoana - 89,23% de votos nulos!!!

Bom Jesus de Itabapoana - 89,23% de votos nulos!!!

A reviravolta na política americana e consequentemente no mundo

69% dos americanos escolheram um negro como presidente dos USA

69% dos americanos escolheram um negro como presidente dos USA

Primeira declaração de Obama, em Chigago

“This victory alone is not the change we seek–it is only the chance for us to make that change. And that cannot happen if we go back to the way things were. It cannot happen without you.”

“Esta vitória, sozinha, não é a mudança que buscamos — é apenas uma chance que possamos fazer a mudança. E isto não pode acontecer se voltarmos a fazer as coisas como antigamente. Não pode acontecer sem você.”

President-elect Obama has promised to restore the rule of law, to repair America’s damaged perception in the world, to close Guantánamo, and to renounce torture.

O presidente eleito Obama prometeu restaurar o domínio da lei, reparar a forma defeituosa como o mundo vê a America, fechar Guantánamo e renunciar a tortura.

These promises bring hope. In the coming days, we will need you to help make those promises a reality.

“Estas promessas trazem esperança”, diz a Amnisty Internacional, “precisaremos de você para transformarmos estas promessas em realidade”.

Sem dúvida há uma possibilidade e uma esperança, e precisamos nos juntar aos americanos que estarão lutando para manter um novo rumo
porque do outro lado, do lado dos grande grupos econômicos os que vendem guerras e exploram o petróleo, não somente não há interesse em mudanças como há um enorme interesse (burro) em manter o curso da história imutável (até destruir o nosso habitat).

Tirado da Declaração de Indepência –
from the Declaration of Independence


A prudência, de fato, mostra que Governos estabelecidos há muito tempo não devem ser substituidos em função de causas passageiras ou superficiais;
ainda de acordo com o que a experiência nos mostrou, a humanidade está mais disposta a sofrer, a um ponto próximo do insuportável, do que se levantar para abolir a situação a que ela se encontra acostumada. Porém, quando uma longa cadéia de abusos e violências tendo como meta invariável o objetivo de reduzir a população ao mais absoluto despotismo, é o seu direito, é o seu dever, derrubar um tal governo e assim garantir novos gardiães para o seu
futuro e sua segurança.
Declaração da Independência (dos EUA).


Prudence, indeed, will dictate that Governments long established should
not be changed for light and transient causes; and accordingly all experience hath shewn that mankind are more disposed to suffer, while evils are sufferable than to right themselves by abolishing the forms to which they are accustomed. But when a long train of abuses and usurpations, pursuing invariably the same Object evinces a design to reduce them under absolute Despotism, it is their right, it is their duty, to throw off such Government, and to provide new Guards for their future security.
Declaration of Independence of USA

21 de Setembro: Dia Nacional de Luta Contra
a Monocultura de Eucalipto

Movimento Alerta contra o Deserto Verde

Hoje, duas manifestações aconteceram no Espírito Santo em protesto contra os impactos e a violência, causados pelo plantio da monocultura de eucalipto em larga escala no estado. O dia de hoje, como momento de protesto, foi escolhido durante o III Encontro Nacional da Rede Alerta contra o Deserto Verde em maio deste ano em Belo Horizonte, 21 de setembro é o dia da árvore: uma data bastante simbólica para este Dia Nacional de Luta.

Uma manifestação ocorreu na localidade de Vinhático, Município de Montanha, no Norte do Espírito Santo. Mais de 1000 representantes de comunidades locais, do MST e do MPA arrancaram mudas de eucalipto plantadas há 20 dias através do Programa Fomento Florestal da Aracruz Celulose, numa propriedade de cerca de 1.800 hectares. A própria Aracruz está querendo adquirir a propriedade. Nessa região, a empresa está se expandindo muito, aproveitando-se da política do governo Lula para ampliar a área de monoculturas de árvores no país com mais 2 milhões de hectares até 2007. Depois de ter arrancado milhares de mudas de eucalipto, os manifestantes seguiram para a sede do Município em marcha, onde aconteceu um ato público com cerca de 1.500 pessoas.

A outra manifestação ocorreu na comunidade de Vila do Riacho, Município de Aracruz, também no Norte do Espírito Santo, com cerca de 700 pessoas: membros da comunidade local, Índios Tupinikim e Guarani, MST, MPA e outras entidades de apoio. Cerca de 3 hectares de eucalipto recém-plantado foram destruídos. Um caminhão foi parado e sua carga, milhares de mudas de eucalipto, foi destruída. Depois, os manifestantes seguiram para o complexo de 03 fábricas de celulose da Aracruz e, em frente do complexo, cortaram algumas árvores de eucalipto e puseram fogo. Além disso, foi realizado um ato público em frente das fábricas. Ontem à noite, mais de 1000 pessoas da comunidade de Vila do Riacho já tinham se reunido numa celebração ecumênica e caminhada para lembrar e denunciar as diversas violações praticadas contra a população local a partir das ações da Aracruz Celulose na região. Em baixo, segue Carta Aberta à População, uma carta que foi distribuída e divulgada, ontem e hoje, à população local e regional.

Por um lado, as manifestações de hoje mostram a crescente mobilização e organização popular no Espírito Santo contra a monocultura de eucalipto, um plantio que impede a realização da reforma agrária, gera pouquíssimos empregos e destrói direta e indiretamente os meios de subsistência das populações locais. Por outro lado, o caráter das ações de hoje mostra que as populações locais e movimentos sociais do campo estão indignadas e cansadas de esperar por ações concretas dos governos federal e estadual no sentido de impedir o avanço da monocultura de eucalipto. Querem construir seus próprios projetos de subsistência, baseados na diversidade, no agro-ecologia, na reforma agrária, na devolução das suas terras ocupadas por eucaliptos – como no caso dos quilombolas e dos indígenas -, e no estímulo de alternativas de reflorestamento que aproveitem o potencial das centenas de espécies nativas.

Movimento Alerta contra o Deserto Verde
21 de setembro de 2004

Liberté, égalité, fraternité – palavras vazias na moeda francesa

“I would never have imagined that they would turn me down because of what I choose to wear.”
FAIZA SILMI, a Muslim who applied for French citizenship and was turned down because she wears a veil. – “Eu nunca poderia imaginar que eles me recusariam a cidadânia pela roupa que eu decido usar”

Plavras de um mulher mulsumana, casada com um franês, com três filhos franceses, que solicitou
a cidadânia francesa e esta lhe foi recusada porque ela é uma mulsumana radical.

Você pode ler a notícia completa aqui.

Mas parece que é verdade, “liberdade, igualdade, fraternidade”, o mote da revolução francesa, hoje, na França, existe apenas nas moedas, e com a chegada do euro, até nas moedas vai se acabar.

Poluição na atmofesra de Sobral

Foi hoje, dia que tirei as fotos, apesar da data errada nas fotos. A máquina estava sem pilhas e desconfigurada, e eu tinha pressa porque eles jogam poluição rapidinho, furtivamente, como um ladrão tentando nos roubar a saúde,
e não me dava tempo para reconfigurar a máquina. Mesmo assim peguei apenas a nuvem de fumaça, ainda com um rabinho apontando
para a chaminé criminosa. Assumo, sob as penas da lei (Lei ? que lei mesmo?) a data e hora em que tirei as fotos.

como um ladrão tentando nos roubar a saúde

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Tecendo a Manhã

de João Cabral de Mello Neto

Um galo sozinho não tece uma manhã:
ele precisará sempre de outros galos.
De um que apanhe esse grito que ele emite
e o lance a outro;

de um outro galo
que apanhe o grito de um galo antes
e o lance a outro;
e de outros galos
que com muitos outros galos se cruzem
os fios de sol de seus gritos de galo,
para que a manhã, desde uma teia tênue,
se vá tecendo, entre todos os galos.


A campanha “O petróleo é nosso” está de volta! Inkorgen

Agência Petroleira de Notícias

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A campanha “O petróleo é nosso” está de volta!
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Fonte: Agência Petroelira de Notícias (www.apn.org.br)

No próximo dia 15 de março, de 9h às 19h, na Associação Brasileira de Imprensa – ABI (Rua Araújo Porto Alegre, 71, Centro do Rio de Janeiro-RJ, próximo da Biblioteca Nacional), será realizado o Seminário Nacional contra a Privatização do Petróleo e Gás Brasileiros. É o resgate da luta histórica que mobilizou amplos setores da nação brasileira na década de 50 em torno do grito “O petróleo é nosso!”

O objetivo do Seminário é socializar as informações sobre o crime que representa a entrega das riquezas naturais. E construir um Fórum Nacional Contra a Privatização do Petróleo e Gás, que conte com a participação das entidades que defendem a soberania.

Impedir a realização dos leilões das áreas promissoras de petróleo e gás é fundamental para a construção de uma sociedade justa e igualitária. Por isso, a participação de todos os brasileiros, grupos, movimentos sociais e entidades de classe que defendam a soberania.

Na parte da manhã, acontecerá um debate com a participação de representantes de entidades governamentais, que irão apresentar seus argumentos em relação aos leilões, e movimentos sociais, intelectuais e trabalhadores contrários a esse processo de privatização. Concluída a exposição inicial de cada debatedor, o público poderá fazer perguntas e considerações. João Pedro Stédile, membro da Coordenação Nacional do MST e da Via Campesina Brasil, e Fernando Siqueira, diretor da Associação de Engenheiros da Petrobrás – AEPET, já confirmaram presença.

A partir das 14h, será a Plenária de Trabalho que tratará especificamente da organização do Fórum Contra Privatização do Petróleo e Gás Brasileiros. Essa parte da tarde terá três sub-tópicos: 1) Definição do caráter do Fórum e sua organização; 2) Estabelecer as ações do movimento no campo das lutas, da comunicação (divulgação para sociedade e imprensa alternativa) e da formação de formadores, multiplicadores; 3) Construção do calendário de atuação do Fórum.

A organização da sociedade no sentido de deter esse ataque é imperativa, até porque é necessário construir coletivamente a forma de barrar a realização da 8ª Rodada de Leilão das áreas promissoras de Petróleo e Gás Brasileiros, que está sub judice, mas que a Agência Nacional de Petróleo insiste em realizar. Essa bandeira contra a privatização deve ser assumida por toda a sociedade brasileira. Temos que resgatar e gritar bem alto ainda hoje: “O petróleo é nosso!” Participe do seminário.

A Comissão organizadora da atividade é composta pelo Sindipetro-RJ, MST, Aepet, CUT, Conlutas, FUP, FNP e Fist. As inscrições podem ser feitas, enviando uma mensagem para redacao@apn.org.br, constando nome completo, e-mail, telefone, cidade em que mora, estado e entidade ou movimento do qual participa. As inscrições também podem ser feitas por telefone: (21) 3852-0148 ramal:207. Mais informações: www.apn.org.br


Educadores do MST ocupam reitoria de universidade em Fortaleza

Fonte: http://www.mst.org.br/mst/pagina.php?cd=4905

Educadores do MST ocupam reitoria de universidade em Fortaleza

14/02/2008

Há onze meses sem receber remuneração, mais de 200 educadores do MST que fazem parte do Pronera (Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária) – parceria entre o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária e a Uece (Universidade Estadual do Ceará) – ocuparam na manhã desta quinta-feira (14/02) o prédio da reitoria da Universidade, em Fortaleza.

A pauta de reivindicações dos trabalhadores (confira abaixo) inclui a liberação dos recursos em atraso, ações de continuidade e melhoria do Pronera e investimentos na educação do campo nos assentamentos de reforma agrária. A determinação do MST é de desocupar o prédio apenas quando o reitor resolver a situação do Pronera e for marcada uma audiência com o governador do estado, Cid Gomes, e a Seduc (Secretaria Estadual de Educação) , com encaminhamentos concretos.

Mesmo sem receber remuneração, os educadores continuam nas salas de aula, pelo compromisso do MST com a erradicação do analfabetismo nas áreas de reforma agrária e com a luta pela educação universal, uma bandeira prioritária para o movimento.

Pauta do Movimento

Audiência imediata com o Reitor da UECE, Secretaria Estadual de Educação, Governador do Estado e INCRA.

Com a UECE

1 – Liberação imediata da remuneração dos/as educadores/as referente ao período de abril a dezembro de 2007 (processos já dado entrada no DECOFIN desde 07 de dezembro de 2007).

2 – Liberação imediata dos recursos para o curso de capacitação de educadores/as do PRONERA.

3 – Agilidade, pelo DECOFIN, na liberação dos próximos recursos do PRONERA (Projeto I e II e Projeto de Formação de Educadores/as).

4 – Criar um grupo de trabalho e definir coordenação da UECE para a elaboração de novos projetos para o PRONERA (escolarização de segundo segmento, cursos de graduação: Veterinária, Serviço Social e Pedagogia).

5 – Agilidade nos processos de licitação para a compra de material para as salas de aula.

Com a SEDUC

1 – O Estado assumir o ensino de todos os níveis e modalidades nos assentamentos onde têm uma grande demanda (Santana em Monsenhor Tabosa, 25 de Maio em Madalena, Lagoa do Mineiro em Itarema e Maceió em Itapipoca);

2 – Criar políticas públicas para a Educação do Campo, criando no organograma da SEDUC um setor para coordenar sua efetivação.

3 – Construção, ampliação e reforma de escolas nos assentamentos de Reforma Agrária.

4 – Realização de concurso público específico para o campo, priorizando os profissionais das próprias localidades.

5 – Criação de cursos de graduação nas universidades estaduais e cursos técnicos nas escolas técnicas, direcionadas as pessoas do campo com a participação dos movimentos sociais do campo.

6 – Realização de convênio com o MST de um projeto de alfabetização de jovens e adultos.

7 – Substituição dos anexos por escolas patrimoniais.

8 – Garantir em todos os assentamentos e acampamentos a educação infantil.

9 – Parceria com os movimentos sociais do campo para a realização de cursos, seminários e formação continuada de educadores/as das áreas de assentamentos das áreas de assentamentos e acampamentos de reforma agrária.

Setor de Educação do MST Ceará

Reforma Agrária, por Um Brasil Sem Latifúndio.

Educação do Campo, direito nosso, dever do estado.

Fortaleza, 14 de fevereiro de 2008.



    Carta-protesto dos estudantes ao INCRA

Nós, estudantes de diversos cursos e universidades brasileiras, que nos dedicamos a estudar e interpretar a realidade brasileira e propor soluções para os problemas do nosso povo, sentimos necessidade de expressar nossa preocupação em torno de alguns assuntos pertinentes a este órgão e ao Estado brasileiro de modo geral. Desta forma nos articulamos nacionalmente para a elaboração desta pauta conjunta que está sendo entregue hoje em diversas superintendências regionais do INCRA. Também a título de protesto e refletindo o nosso estado de indignação com a situação da reforma agrária no Brasil, ocupamos nesta manhã a sede do INCRA SR 06, em Minas Gerais com 300 jovens universitários de 13 universidades mineiras e 11 de outros estados, permanecendo no prédio até que se chegue a um termo de acordo sobre os seguintes itens:

1. Estamos indignados com a situação da Reforma Agrária no Brasil. Nos solidarizamos com o Fórum Nacional de Reforma Agrária (FNRA) e a todas as suas organizações e movimentos que lutam pela terra no Brasil que em seu manifesto de janeiro último declaram 2007 como o pior ano para a Reforma Agrária no Brasil.

2. Apoiamos a iniciativa encabeçada pela Comissão Pastoral da Terra e encampada pelo FNRA de promover um amplo debate na sociedade a respeito da necessidade de limitar o tamanho da propriedade rural no Brasil. Neste sentido, queremos a abertura do INCRA a esta pauta, que entendemos também lhe diz respeito, apoiando a campanha nacional no que for necessário.

3. Exigimos a imediata atualização dos índices de produtividade ora utilizados, que ainda são de 1975, de acordo com a proposta do MDA de 2005. Confiamos que esta medida contribui enormemente para agilizar o processo das desapropriações em diversos estados brasileiros e é um ponto central da luta pela Reforma Agrária e pela justiça social no campo hoje.

4. Pela proibição da compra de terras por empresas estrangeiras para monocultivo de cana, gado, soja, etc. A especulação fundiária para a produção do agronegócio já fez os preços de terra baterem recordes em diversos lugares. Pela expropriação imediata das terras de empresas estrangeiras em área de fronteira, que viola a constituição brasileira e agride a soberania nacional, como exemplo as terras da transnacional Stora Enzo, na fronteira do RS.

5. Em especial pedimos que seja aprovada a lei de expropriação de todas as fazendas com trabalho escravo. E recuperar imediatamente as mais de 80 fazendas identificadas pela justiça federal como lavagem de dinheiro do narcotráfico, no Mato Grosso do Sul.

6. Pela imediata desapropriação da fazenda Nova Alegria de propriedade do Sr. Adriano Chafik Luedy, mandante e executor do massacre de Felizburgo, em 20 de novembro de 2004, em Minas Gerais. O processo já percorreu todos os trâmites burocráticos e encontra-se há mais 5 meses na mesa do Presidente da República aguardando somente sua assinatura.

7. Punição aos culpados dos inúmeros casos da violência nas questões fundiárias, tendo como exemplos os assassinos da Irmã Dorothy e do massacre de Eldorado dos Carajás, ambos no Pará, e do recente assassinato de Valmir Mota pela Syngenta no Paraná e tantos outros. De 1985 a 2005, foram cometidos 1426 homicídios ligados a conflitos agrários no Brasil. Apenas 76 casos foram levados a julgamento, 16 mandantes foram condenados. Nenhum está preso.

8. Por soberania alimentar! Não comemos eucalipto ou cana-de-açúcar. Somos contra o monocultivo exportador que causa aquecimento global e tantos prejuízos ambientais. Exigimos a reversão do modelo tecnológico e agrícola que vem sendo priorizado pelo governo e que favorece largamente as grandes culturas de commodities para exportação em detrimento da produção de alimentos para consumo interno.

9. Todo apoio à criação e fortalecimento dos cursos e turmas específicos para os movimentos sociais em convênio com as universidades federais e estaduais. Acreditamos que dessa forma inicia-se um importante processo de recuperação de uma dívida histórica com os sujeitos sociais excluídos do processo de desenvolvimento industrial-dependente que expulsou milhões de famílias do campo, gerando um arco de excluídos urbanos nas periferias das cidades e um contingente de excluídos rurais – os sem-terra.

10. Pelo fortalecimento da Reforma Agrária no seu sentido pleno, não restrito a entrega de lotes e sem um mínimo apoio posterior. É necessário um conjunto de medidas que consolidem no campo o núcleo familiar e comunitário com garantia de infra-estrutura, educação, saúde, cultura, esporte e crédito. No que cabe a nós, da universidade, propomos que seja priorizada a produção de pesquisa e extensão que acumule para a compreensão da realidade da luta pela terra e contribua para a mediação de seus conflitos e meios de solucioná-los.

11. Que o Estado brasileiro reconheça a importância do estabelecimento da relação entre o movimento camponês e estudantil e viabilize ferramentas para seu fortalecimento. A experiência dos estágios de vivência têm se mostrado acertadas e já duram 19 anos, contribuindo para uma formação profissional socialmente referenciada, solidária e comprometida com a transformação da realidade do campo. É necessário consolidar políticas públicas que viabilizem sua implementação e continuidade nos estados, garantindo recursos e prioridade política para sua realização.

Belo Horizonte, 14 de fevereiro de 2008

FEDERAÇÁO DOS ESTUDANTES DE AGRONOMIA DO BRASIL, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA FLORESTAL, DIRETORIA EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE FONOAUDIOLOGIA, EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE TERAPIA OCUPACIONAL, EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE FARMÁCIA, EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE VETERINÁRIA, FEDERAÇÃO DO MOVIMENTO ESTUDANTIL DE ESTUDANTES DE HISTÓRIA, EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE BIOLOGIA, EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE FILOSOFIA, EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE EDUCAÇÃO FÍSICA, DCE-VIÇOSA(MG), DCE UFMT(MT), DCE-UFMG(MG), DCE-UBERLÂNDIA(MG), DCE-SJDR(MG), DCE da UFJF(MG), DCE da UFBA(BA), DCE UFPA (PA); DCE da Estácio de Sá(ES), DCE UFPI(PI); DCE UNCISAL; DCE UFAL; DCE da UENF(ES), Diretório Acadêmico Marina Andrade Resende/UFMG, Diretório Acadêmico de Biologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Diretório Acadêmico de Farmácia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Diretório Acadêmico de Terapia Ocupacional da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Diretório Acadêmico da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (UFMG), DA ON UFSM(SC); C.A. de T.O. da UEPA(PA), C.A. Farmácia UFPI(PI); C.A. Alexandre Martins Castro Filho(UNIVIX), CA de Com. (FAESA), CA João Baptista Herquenhoff (UVV), DA de Fono UFSM (RS), CA de C.Sociais de UFMT(MT), CA Agro UFSM (RS), C.A. de Psicologia da UFPR(PR), C.A. de Farmácia da UFPR(PR), CA de agronomia da UFRRJ(RJ), CA de agro da UFERSA(RN), CA-TO USP(SP); CAFONO USP(SP); CAAGRO UFRA (PA); CAEF UFRA (PA).


Médicos assassinos (apesar de não julgados)

Para lembrar….
1) do estudante morto na USP no trote de 1999 e seus assassinos
2) do índio patachó, morto queimado em Brasília e seus assassinos.

Vocês se lembram do estudante de medicina que foi encontrado morto na piscina da USP, em 1999? Ele foi afogado mecanicamente (isto significa que, mesmo não sabendo nadar, foi jogado várias vezes na piscina, até que não resistisse mais), num trote realizado na USP.


Então, vocês têm que saber que, até hoje, ninguém foi responsabilizado pela morte do rapaz. E os acusados estão livres, leves, soltos, exercendo suas
profissões e gozando a vida.

Tomem nota do nome dos acusados:

*1) FREDERICO CARLOS JANA NETO*, não mais chamado pelos amigos de ‘Ceará’, para que ninguém se lembre dele pelo apelido, que ficou associado
à tragédia de 1999. Formado pela USP, tem 28 anos e
*atende no Hospital das Clínicas* de SP;

*2) ARY DE AZEVEDO MARQUES NETO *, tem 25 anos e na época, era aluno do 3° ano e presidente da associação atlética, e foi dele o grito de guerra para que os calouros fossem jogados na piscina (que possui de 2 a 4 metros de profundidade);

*3) GUILHERME NOVITA GARCIA* , especializado em *ginecologia *(cuidado mulheres! ) , também cursa cirurgia.Tem 29 anos e é apelidado de
‘Campanha’. Admitiu ter feito brincadeiras para assustar os calouros e admite ainda ter jogado uma estudante na piscina naquele dia;

*4)** LUIS EDUARDO PASSARELLI TIRICO *, titular do time de basquete da faculdade e considerado o ‘mauricinho’ da turma. Tem 24 anos, e, junto com FREDERICO E UILHERME , foi denunciado. Não podemos, também, esquecer do

*Sr. MÁRCIO THOMAZ BASTOS que virou- pasmem! –
MINISTRO DA JUSTIÇA do** governo Lula (mais uma do Lula ), e que, 24 horas depois de assumir o cargo, pediu a SUSTAÇÃO DO PROCESSO.* Isso porque ele era um dos advogados de defesa do LUIS EDUARDO PASSARELLI TIRICO. Diz o ministro da justiça de Lula que inexiste relação entre sua nomeação e o pedido de sustação do processo, mas,segundo a promotora responsável pelo caso, ‘é, no mínimo, uma coincidência muito estranha o fato de a ação ser interrompida um dia depois da nomeação de Márcio Thomaz Bastos, sabendo-se que ele defendia um dos acusados’.

Vê-se, portanto, que sem o prosseguimento da ação, até hoje o único culpado
(???) foi a própria vítima, EDISON TSUNG CHI HSUEH, que pagou com a própria
vida pelo esforço que fez para entrar no curso da USP.


Só pra refrescar mais um pouco a memória. *o nosso Ministro da Justiça
(infelizmente), MÁRCIO THOMAZ BASTOS , foi também advogado dos
delinqüentes que assassinaram o índio pataxó, aos quais, igualmente, NADA aconteceu. *


Enquanto essa figura funesta, o defensor-mor dos direitos humanos só para os bandidos, posar e atuar como ministro, estamos todos ferrados.


REPASSE ESSE E-MAIL, NÃO POR COMPAIXÃO, MAS SIM PARA QUE A JUSTIÇA SEJA
FEITA. SÓ ASSIM PODEREMOS SONHAR COM UMA SOCIEDADE JUSTA, HONESTA E COM MENOS VIOLÊNCIA.


Grato

Hélio C de Toledo César

‘De São Paulo para o Mundo’

A prefeitura de Sobral pretende privatizar o caixa municipal

O prefeito de Sobral, Ivo Gomes, por sinal irmão dum candidato a pretendente da República,
Ciro Gomes, decidiu privatizar o caixa da prefeitura de Sobral.

Quem ganha com isto? Claramente o dono do banco privado que está recebendo o presente. Perdemos todos nós outros cidadãos de Sobral e em muito particular perdem aqueles que se encontram na
margem da pobreza, coisa que existe muito em Sobral. É o dinheiro público que vai ser disponibilizado para um parasita financeiro coisa que atualmente vão acontecendo com grande rapidez dentro do
golpe que nos assola desde 2014.

O prefeito Ivo Gomes, irmão de Ciro Gomes, dá assim preferência ao banqueiro quando poderia melhorar os salários das professoras municipais muitas das quais são professoras temporárias, sem vínculo efetivo com o município que se vangloria de ter melhor a educação do Brasil.

Poderia, o prefeito Ivo Gomes, irmão de Ciro Gomes, dar preferência à Caixa Econômica Federal ou ao Banco do Brasil, dois bancos públicos bem representados em Sobral, mas prefere o prefeito Ivo gomes, irmão de Ciro Gomes, entrar na vertente do golpe que tem como objetivo maior a destruição das empresas públicas, em particular as duas empresas gigantes, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, duas empresas centenárias de grande respeitabilidade em nossa sociedade. Em vez de adotar a Caixa Econômica Federal como caixa do município, o o prefeito Ivo gomes, irmão de Ciro Gomes, resolveu dar uma mãozinha ao dono do Itaú e ajudá-lo a ficar mais rico na qualidade de parasita que vai ganhar dinheiro fácil da prefeitura de Sobral repassando o trabalho para alguns funcionários que talvez, isto sim, passem a trabalhar mais e em consequência os cidadãos de Sobral passarão a ser pior tratados como é uma experiência minha, como funcionário do Estado do Ceará cujo caixa foi entregue a um banco que nos trata como um excesso que o Estado do Ceará jogou em cima do banco, estas foram palavras que ouvi do gerente do banco quando fui reclamar do tratamento de quarta ou quinta classe que recebi do banco ao tentar provar que estava vivo, coisa que eles chamam de recadastramento.

Para o presidente da Comissão de Estudos Tributários da OAB Ceará, Alexandre Goiana, privatizar parte dos serviços é algo comum, já existente em outros países. “Nós temos no Brasil um potencial de apostas muito grande nós estamos gerando uma receita em cima de algo que efetivamente é supérfluo que vai ser realmente atrativo para o governo. É algo que já é praticado no mundo todo, o Brasil não está inventando a roda em estar privatizando essas duas operações”, afirma. O tal Alexandre Goiana nada disse, apenas arrotou uma afirmação sem fundamento.

O fundamento na verdade é outro, na Suécia as escolas pública foram privatizadas e hoje os suecos falam em reverter o estrago reclamando à volta das escolas ao domínio público porque a educação privatizada não deu em outra, piorou. A Finlândia, país vizinho, tem uma educação de primeira classe e não seguiu o caminho da Suécia privatizando as suas escolas. Em suma o especialista em Estudos Tributários esquece-se de dizer que tem sim, quem ganha com a privatização da coisa pública, as privadas! Também não é bem porque esta leva de privatizações invadem o Mundo que podemos considerar a bobagem de dizer que o Brasil não está inventando a roda. Não seria bem uma invenção e nem mesmo uma ação inteligente esta de criar um parasita para necessariamente piorar o serviço porque, se o serviço fosse melhorar, certamente ficaria mais caro uma vez que um intermediário teria que enriquecer às nossas custas e é o que acontece com as privatizações que ocorreram como é o caso das telecomunicações, da energia elétrica: as contas subiram e o serviço se tornou sensivelmente pior.

Aliás, como poderia mesmo a introdução dum parasita melhorar a coisa? Querem nos enganar e têm toda uma imprensa calhorda que ecoa palavras vazias recheadas de argumentos falazes. Todos perdemos no final, até mesmo o prefeito Ivo Gomes, irmão de Ciro Gomes, que hoje é prefeito mas amanhã, espero, retorne a cidadão comum que sofrerá nas filas do banco privado para pagar algum imposto municipal vendo tarde a besteira que fez.

A droga do privatismo que nos assola

Para o presidente da Comissão de Estudos Tributários da OAB Ceará, Alexandre Goiana, privatizar parte dos serviços é algo comum, já existente em outros países. “Nós temos no Brasil um potencial de apostas muito grande nós estamos gerando uma receita em cima de algo que efetivamente é supérfluo que vai ser realmente atrativo para o governo. É algo que já é praticado no mundo todo, o Brasil não está inventando a roda em estar privatizando essas duas operações”, afirma.

Ultimamente se fala em Sobral que o caixa da prefeitura vai ser privatizado e entregue de presente ao um banco privado. E uma ação absurda e sem nenhuma justificativa que possa ser levantada com garantido alguma eficiência administrativa ou de qualquer outra ordem. Pelo contrário a prefeitura elegeu um parasita para ser premiado com o caixa da prefeitura de Sobral. Não esquecer que o prefeito de Sobral é irmão do cara que se propõe como candidato à presidente da República, logo um membro duma família de privatistas.

Mas não é bem assim como os privatistas dizem e a imprensa que pertence aos grupos financistas imediatamente propala. Privatizar significa criar um “intermediário” na verdade um parasita que vai sugar o sangue de trabalhadores, aqueles que realmente executam o serviço, e repassar para nós, nas mãos do governo, um restinho. Se evitarmos o parasita, primeiro os
trabalhadores podem ser melhor remunerados e até viver num ambiente de trabalho mais saudável porque a empresa pública pode funcionar dirigida pelos seus próprios empregados. Do ponto de vista econômico, evitar o parasita, significa que a receita líquida, retirados os gastos o que
inclui a remuneração dos trabalhadores, vem para as nossas mãos, no cofre do governo. A única lógica do privatismo é da dominação do capital vadio sobre o poder na sociedade que eles
apregoam como o Estado Mínimo que na verdade significa concentração de riqueza nas mãos dos
que operam o chamado “mercado financeiro” que na verdade eles pretendem que seja o Estado.

A Matemática é simples, subtraímos os parasitas com seus lucros fáceis, reduzimos os impostos
para todos nós na Sociedade com a parcela que ficaria no bolso dos parasitas que não costuma ser pequena. Observem o caso da
“anel”, uma da privadas que nos assola no setor elétrico, e que, no Ceará, ficou no lugar da “coelce” que havia nos roubado a COELCE com o que perdemos nossa
energia elétrica mais barata, os trabalhadores da COELCE, que quando pertencia ao Estado do Ceará, eram melhor remunerados, enquanto que os que trabalham para a “anel” são poucos e possivelmente pior
remunerados, porque a privada de distribuição de energia elétrica suga o sangue de trabalhadores terceirizados reduzindo a sua responsabilidade patronal para uma pequeno grupo. Novamente, concentração de riqueza nas mãos de grupos que pertencem ao capital vadio na ânsia de arrebanhar o poder na sociedade que eles apregoam como o Estado Mínimo.
O caso desta privada “anel” é bem sintomático. Moro em Sobral e que vou relatar certamente tem exemplos semelhantes em outras regiões do Estado do Ceará ou em outros dos Estados que são incomodados com esta privada de distribuição de energia elétrica, um dos parasitas mais graves, entrou apenas para distribuir a energia que uma empresa pública produz alhures. Em Sobral, na saída para a Serra Grande, se erige um prédio duns 15 andares construído num terreno que antes pertencia à COELCE, quer dizer nosso. O prédio foi construído em tempo record, e não é sem razão, afinal a a privada “anel” recolhe as contas de energia elétrica de cerca de 50 mil residências do município de Sobral, mensalmente, o que representa R$1.000.000,00 se calculados por baixo usando a tarifa mínima como se todos pagassem apenas R$20,00. A privada “enel” enfia no bolso, mensalmente, esta fortuna da qual retira uma pequena parte para pagar uma pequena turma de funcionários próprios e contratar uma privada para dar manutenção ao sistema elétrico da cidade o que ainda faz muito mal porque já tivemos vários apagões recentemente, afinal em vez de investir na produção de energia elétrica solar ela gasta o que recebe para criar um investimento próprio no ramo imobiliário como o prédio de 15 andares que é visível em Sobral.

A Matemática é simples, subtraímos os parasitas com seus lucros fáceis, reduzimos os impostos para todos nós na Sociedade com a parcela que ficaria no bolso dos parasitas. Mas eles tentam enganar com falácias do tipo de que a empresa privada é mais efetiva o que é uma mentira bem fácil de ser descoberta, visite qualquer agência dum banco privado, escolha um qualquer, e confirme as filas imensas nos terminais de atendimento eletrônico. Mas observe que você está analisando duas privadas, o banco privado e por trás dele a privada de telecomunicações que agora não vende apenas o sinal telefônico por via do qual vem a Internet em que se move o sistema bancário. A privada de telecomunicações também distribui o lixo da propaganda, concorre consigo mesma, porque ela também vende canais de televisão, por exemplo aqueles que nos aborrecem nas filas dos caixas dos supermercados quando também estão concorrendo com o sinal que demora ou algumas vezes caí nos terminais dos caixas dos supermercados. Então demoramos para ser atendidos nos bancos, nos supermercados ou em casa quando vamos procurar laser ou informação na Internet quando mais uma vez somos aborrecidos por uma propaganda que não solicitamos porque também somos forçados a acessar a Internet por intermédio de privadas. As privadas são uma doença ou malestar de insalubridade na Sociedade!

Eu nem vou ser muito exigente querendo que acabemos com as chamadas empresas privadas, que para mim seria o ideal, mas quero apenas que separemos o joio do trigo. Que retomemos as comunicações como empresa pública, esta sim, servindo a todos como um estrutura pública de comunicações, inclusive servindo às privadas como clientes, em pé de igualdade com o cidadão, mas em canal separado onde poderia circular este lixo que eles chamam de propaganda ou algumas vezes de marketing. De imediato teríamos um melhor atendimento nos terminais bancários que não estariam concorrendo, como agora, com imenso fluxo que corre todo junto num único canal. Seriamos as Universidades, o Ensino, melhor atendido numa rede educacional onde não haveria propaganda e nem pornografia ou outras lixos típicos do comércio de telecomunicações. Os banco poderiam estar dentro duma rede financeira, controlada pela empresa pública de comunicações, com muito maior segurança nas transações. O comércio ficaria com uma rede comercial, também vendida pela empresa pública que seria o hub de intercomunicação entre todas as redes. Num passe de mágica teríamos uma Internet melhor para todas, até mesmo para as empresas privadas.

O privatismo, que carrega consigo a falácia do Estado Mínimo, somente nos trás prejuízos.

O caixa privado do Estado do Ceará

Outro dia me vi forçado a passar 3 horas e 10 minutos, parte do tempo em pé, esperando para fazer a “prova de vida” como aposentado do Estado do Ceará no caixa privado do Estado do Ceará, o tal do Bradesco.

Depois de algum tempo, e até porque observei que das quatro posições no balcão onde eu seria atendido, apenas duas posições estavam funcionando, dirigi-me a um dos atendentes e perguntei porque não preenchiam as outras duas posições rebendo uma resposta inútil como ficou inútil a minha reclamação. Indignado, dirigi-me em voz alta ao grupo de cerca de 50 pessoas que se encontravam na sala esperando ser atendidas e lhes perguntei se lhes parecia ser justo suportar a falta de atenção do caixa privado do Estado Ceará deixando-nos naquela espera imensa. Consegui uma sintonia e várias pessoas se manifestaram em voz alta indicando que também estavam indignadas ao que retruquei lhes pedindo que não se esquecessem se dirigir à Ouvidoria do Estado do Ceará para registrar uma reclamação contra péssimo atendimento do Caixa Privado do Estado do Ceará que ficou no lugar do nosso Banco do Estado do Ceará. Eu mesmo fiz esta reclamação junto à Ouvidoria do Estado do Ceará, mas descrente de alguma atitude também registrei uma queixa no Banco Central na Ouvidoria do Munício de Sobral, onde moro.

Em tempo observo que também dirigi-me ao gerente do Banco que adentrou o local de retorno do almoço uma hora dentro do tempo que fiquei esperando e ele me disse que nada podia fazer pois havia uma excesso de demanda que o banco não suportava e nem tinha meios para atender. Ao sair, depois de perder 3 horas e 10 minutos para apenas registrar que eu estava vivo, identificar-me permitindo que uma funcionário registrasse o fato num relatório, pedi que a funcionária registrasse na minha senha a hora do atendimento para comprovar as 3 horas de tempo perdido para fazer algo tão bobo e tão simples coisa que ela recusou dizendo que o gerente não o permitir. Voltei então a falar com o gerente que também se recusou a fazer o registro do tempo dizendo-me que não era política do Caixa Privado do Governo do Estado Ceará fazer este tipo de comprovação que, entendo, era um direito meu, e alias, é por esta razão que não perdi tempo dirigindo-me a à Ouvidoria do Bradesco uma vez que ela certamente ficaria coerente com a política do banco, e assim fiz o registro da insolência no Banco Central, na Ouvidoria do Munício de Sobral que já me respondeu dizendo-me que nada tinha o que ver com a coisa, mesmo eu sendo um cidadão de Sobral e estar sendo mal tratado por um serviço operando na cidade. Fiz o registro da reclamação na Ouvidoria do Estado do Ceará que não deu-me nenhuma resposta.

Ontem, e agora já passados 15 dias da insolência, recebi um telefonema automático do Bradesco perguntando-me se eu tinha alguma razão para estar insatisfeito com os serviços do Caixa Privado do Governo do Estado do Ceará, o Bradesco, que tomou o lugar do nosso valoroso Banco do Estado do Ceará, eu tinha a opção (1) sim (2) não tendo selecionado (1), porque estou sim, insatisfeito com a privatização do Caixa do Estado do Ceará e não consigo ver nenhuma razão pela qual o Estado do Ceará teria dado uma mãozinha para que o Bradesco ficasse mais rico às custas do cidadãos cearenses. A próxima pergunta se referia à minha ida ao Banco Central com a reclamação que tinha três opções (1) tinha ido à ouvidoria do Bradesco, sem resultado, (2) outra que não me lembro, e (3) não confiava no Bradesco que foi a opção que escolhi, e observem, o sistema automatizado de melhoria dos serviços do Caixa Privado do Estado do Ceará já tinha criado uma terceira opção bem a propósito,
desconfiança natural contra os péssimos serviços do Caixa Privado do Estado do Ceará, esta coisa chamada Bradesco.

fábrica de Cimento Votorantim de Sobral volta a atacar

Quarta-feira, 11 de julho de 2018, fábrica de Cimento Votorantim de Sobral volta a atacar

Tarcisio Praciano Pereira

No dia 11 de julho de 2018, 02:22, na madrugada, covardemente, a Fábrica de cimento da Votorantim, em Sobral voltou a atacar os pulmões dos habitantes da cidade de Sobral jogando espessa fumaça, em quantidade muito grande que o vento ajudava a espalhar sobre parte da cidade.

Como sempre as autoridades municipais assim como as autoridades estaduais do meio ambiente tem conhecimento claro deste atentado à saúde da população. É preciso não se esquecer dito nas eleições vindouras. Nós elegemos os administradores com a esperança de que eles estejam do nosso lado em defesa da nossa saúde e do nosso bem estar o que está longe de acontecer no tocante à Fábrica de cimento da Votorantim em Sobral.

Repetindo:

1. Quando: Quarta-feira, 11 de julho de 2018.
2. Em que hora: 02:22 quando fiz a observação e não sei por quanto tempo durou o ataque.
3. Onde: em Sobral na zona norte do Estado do Ceará
4. Quem: quem nos ataca é a Fábrica de cimento da Votorantim em Sobral
5. O que? Uma fumaça espessa, em grande quantidade jogada pela chaminé se espalhando sobre a cidade na madrugada, quando as sobralenses estão dormindo. Covardia!
6. Quem permite: o governo municipal de Sobral, e a secretaria de meio ambiente do Estado do Ceará

Os riscos da poluição

Uxbridge, Canada – A poluição, e não as doenças endêmicas comuns, é o maior fator de mortandade no mundo. A poluição já é responsável pela morte de 8.4 milhões de pessoas cada ano, é o que mostra uma nova análise. Desta forma a poluição mata três vezes mais do a malária e 14 vezes mais do do HIV/AID. Apesar disto a poluição recebe uma fração despresível do interesse geral da comunidade global. Passe uma folha de papel, uma toalha de papel, branca, leve húmida em qualquer móvel de sua casa e você pode ver, instantaneamente, o efeito maléfico da Fábrica de Cimento Votorantim de Sobral sobre os seus pulmões.

http://truth-out.org/news/item/24363-in-developing-world-pollution-kills-more-than-disease

fábrica de Cimento, Cimento Votorantim, Sobral, autoridades municipais, autoridades estaduais do meio ambiente, não esquecer disto nas eleições,


http://wp.me/psvm-1YD

As fotos são antigas, de 2005, e foram tomadas durante o dia quando a Vototorantim tem mais cuidado e joga porcaria de leve sobre a cidade para não permitir o registro fotográfico, mas o problema é o mesmo, há 11 anos, a Fábrica de cimento da Votorantim, em Sobral, covardemente, nas madrugadas, lança poluição pelas chaminés quando a população à volta está dormindo.
Mas a secretaria de meio ambiente, se quisesse, poderia verificar horário, quantidade de lixo emitido, tipo de lixo, com uma simples visita técnica de inspecção estimulada pela presente denúncia.

I need you today, eu preciso de você hoje, disse Martin Luther King

I Need You, Today

Eu preciso de você hoje!

E peços desculpas por fazer um plágio, sim é uma cópia adulterada dum clamor dirigido ao povo americano de que em parte guardei trechos, até porque muitos precisam, para acreditar que devam reagir, do uso de exemplo alheio e então isto indo buscar este exemplo alheio para confundir aqueles que pensam que devem continuar de braços cruzados.

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When “following the law” by tearing apart families is promoted as a “biblical” value, when African Americans are twice as likely as whites to have zero (or negative) net worth, when 2.2 million Americans do not have health care because they live in a state that did not vote for Medicaid expansion; I urgently ask you to join me today in renewing your commitment to this Fellowship for peace and reconciliation.

Quando “seguir a lei” separando membros de famílias é apresentado como um valor “bíblico”, quando brasileiros de origem africana tem o dôbro da possibilidade de serem considerados como zero ou negativos comparados com os seus compatriotas ditos brancos, quando milhões de brasileiros estão sendo espoliados no mercado escravagista do trabalho ou cortados de qualquer que seja o apoio de assistência médica e isto pelo voto daqueles que eles pensam que elegeram e sob as vistas grossas dum conjunto de “juizes” quase todos envolvidos em ações corruptas, um deles é dono dum instituto jurídico mantido ilegalmente com dinheiro público e quando um jornalista ousa lhe perguntar quem pagou a viagem ele lhe dá uma resposta que apenas podemos esperar de moleques, outro é um advogado de banco e está sempre disponível para defender os interesses do banco que é cliente do seu escritório de advocacia, outro foi nomeado pelo golpe além do que é conhecido como advogado de bandidos, outra tem membros de sua família envolvidos com a GloGolpe, outro tem um património imobiliário incompatível com a soma de todos os salário que porvetura tenha recebido, e os demais são cúmplices deste, no mínimo, então como reza a Carta de Independência do país que o juizeco de Curitiba preza, “quando uma longa
cadéia de abusos e violências tendo como meta invariável o objetivo de reduzí-
la ao mais absoluto despotismo, é o seu direito, é o seu dever, derrubar um tal
governo e assim garantir novos gardiões para o seu futuro e sua segurança.”, é então o nosso dever, a nossa obrigação, o nosso direito, derrubar os canalhas enfiados no poder para instituir um novo governo que nos garanta o respeito à Constituição.

We are a grassroots movement, organizing activists across the country to engage deeply in the work of reparations, civil disobedience, and The Poor People’s Campaign. Our unique interfaith presence ensures that Buddhists, Christians, Muslims, Jews, Baha’is, and those of other faith traditions, work together toward that beloved community where differences are respected, conflicts are addressed nonviolently, and oppressive structures are dismantled.

Nós somos um movimento de base, ativistas espalhados no Brasil inteiro, infelizmente divididos em grupúsculos que sempre pensam, cada um deles, que têm uma visão mais acertada e avançada do que os outros, mas enfim aos poucos estamos nos unindo, budistas, negros, brancos, cristãos, mulsumanos, judeus, ubandistas, enfim cidadãos no berro comum pela liberdade do prisioneiro político, Luís Inácio Lula da Silva, que neste momento nos representa a nós todos até porque tem a seu favor várias conquistas libertadoras para o nosso povo que listar aqui apenas transformaria este lamento num manifesto, é o noss direito, é o nosso dever, derrubar um tal governo e assim garantir novos gardiões para o nosso futuro e pela nossa segurança, é então o nosso dever, a nossa obrigação, o nosso direito, derrubar os canalhas enfiados no poder para instituir um novo governo que nos garanta o respeito à Constituição.

In the words of Martin Luther King, Jr., “We are now faced with the fact that tomorrow is today. We are confronted with the fierce urgency of now. In this unfolding conundrum of life and history, there is such a thing as being too late. This is no time for apathy or complacency. This is a time for vigorous and positive action.”

Podemos até lembrar as palavras do pastor negro, Martin Luther King, assinados pelos país, avós, tios dos que agora se encontram no poder. Dizia MLK que o amanhã é hoje e que há uma urgência de confrontarmos a injustiça e que já não há mais tempo para apatia ou complacência. E muito menos para esperarmos sentados, apáticos, crentes por uma votação pífia que possivelmente será levada ao cenário do teatro onde mascarados dum carnaval fora de época, vestidos de mordomos de filmes de terror, desfilando em fila indiana se vão reunir para possivelmente mais uma vez nos demosntrar o escârnio que ele pensam que merecemos. Então o amanhã é hoje e que há uma urgência de confrontarmos a injustiça e que já não há mais tempo para apatia ou complacência.

I need you today

I need you today

Violência sadomasoquista típica de ditaduras

por Tarcisio Praciano-Pereira

Eu sou um aposentado, professor aposentado da Universidade Estadual Vale do Acaraú e como tal inexistente. Mais de uma vez os vigilantes dum dos Campus da UeVA manifestaram estranheira do meu direito de ir e vir dentro do Campus.

Primeiro que tudo se trata de ignorância de direitos dum cidadão muito possivelmente inspirado e instigado pelas assim chamadas “autoridades universitárias” coisa que tais autoridades deveriam se inspirar numa anedota atribuída a São Francisco, o criador da ordem dos franciscanos.

Se diz que um dia um noviço passando pelos corredores do claustro, se depara com o santo lavando um dos corredores e espantado reclama como, ele, o mestre, estava fazendo aquele serviço tão rude.

Simples e claro o o santo teria respondido, “ego sum servum servorum Dei”, “eu sou o servo dos servos de Deus” querendo com isto dizer que ele, o fundador da ordem, o dirigente geral dos franciscanos, tinha como princípio estar a serviço de todos os servidores de Deus.

Eis um princípio que vemos faltar nos nossos governantes. A grande maioria deles pensa que é um príncipe. A altivez, é uma marca comum daqueles que nos governam. É comum o governador dizer que somente fala com deputados, quando afinal é o nosso mais importante servidor e deveria, humildemente, comparecer à praça pública, de quando em vez, para ouvir daqueles que, pelo princípio constitucional, já que que o princípio moral ditado por São Francisco de Assis talvez esteja caduco, pelo princípio constitucional o governador governa a partir dos nossos anseios e por nossos anseios.

Vale o mesmo para os reitores das Universidades que se escondem por trás dum adjetivo caduco, magnífico, o que certamente os faz pensarem que são um seres aparte e mais importantes do que os demais e na verdade são apenas servos dos cidadãos envolvidos na universidade e nada tem de magnífico a não ser a denominação fora de época mas ainda em uso. Vale o mesmo para juízes e ou delegados que exigem ser chamados de sua excelência e novamente aqui eles nada são do que servidores que deveriam sentir a responsabilidade de bem atender e com prestitude ao cidadão que deles precisar.

Em particular num dos campus da UeVA a Universidade Estadual divide um campus com o Instituto Federal do Ceará e aqui eu tenho sofrido algumas restrições que eu caracterizaria como imorais e típicas do momento ditatorial que estamos vivendo. Neste campus em que se encontram duas entidades públicas e portanto o campus é um espaço público, eu sou visto duplamente como uma esquisitice: não sou da UeVA e não sou do IFCE. Mas eu sou um cidadão que tem o direito de ir e vir e ser respeitado cuidadosamente desde que esteja dentro da lei sobre o qual não pode haver dúvida de que eu esteja.

Não é somente o meu caso, embora eu vá a fundo na luta pelo meu direito. Eu já presenciei o absurdo de um dos vigilantes da UeVA tenha feito voltar a atrás um do aluno do IFCE porque, por volta das 22:00 horas ele caminhava se aproximando dum dos portões reconhecido como “portão da UeVA” porque ele deveria sair do campus pelo portão do IFCe. Eu decidi-me a fazer este protesto, inicialmente pacífico, mas não tenham dúvidas de que eu vou reagir à altura da violência pela qual passei hoje, quando, tentando sair pelo portão do IFCe a vigilante me advertiu, observe bem, não
me dirigiu um observação educada, como deveria, me advertiu de que eu deveria ter escolhido o portão da UeVA para sair. Observem bem a situação grotesca em que eu me encontrei, e vou fazer chegar este texto aos ouvidores de ambas as instituições na esperança de que os sadomasoquismos aqui caracterizados sejam sanados e corrigidos, no meu caso hoje, eu tinha o carro estacionado perto do assim chamado “portão da UeVA” que se encontrava fechado e pude ver quando me dirigi ao outro portão que o “vigilante da UeVA” estava numa conversa em um dos espaços do IFCE com alguém que pude identificar como “vigilante do IFCE”. Não parei o carro e simplesmente me dirigi ao outro portão que encontrei fechado, mas sem cadeado. Desci do carro e fui abrir o portão para sair e pretendia deixá-lo fechado da mesma forma depois de passar, quando fui “advertido” pela vigilante de que estava me dirigindo ao portão errado. Uma grosseria desnecessária dirigida a um cidadão que estava encerrado naquele espaço e, tardiamente, tentava sair.

Eu nem mesmo tentaria justificar ou defender o meu direito a usar o espaço destas duas instituições porque me parece despropositado fazê-lo, é um direito que tenho como cidadão, o de ir e vir, e neste caso, tardiamente me retirava quando o portão já estava fechado e como não poderia mesmo ficar encerrado lá dentro o lógico é que me fosse aberto o portão para que eu me retirasse com a óbvia e possível necessidade de que eu explicasse o meu atraso na saída, se parecesse assim necessário.
à vigilante o que eu faria sem discutir, embora aqui também me pareça que haja uma falha apenas reconheço que, considerada a extensiva corrupção que nos rodeia, é natural se pensar que sair tarde pudesse representar uma tentativa de roubo do patrimônio público. Mas neste caso acredito que se tratou apenas dum abuso de autoridade que não posso aceitar.

Tempos sombrios estes que vivemos em que os direitos se encontram permanentemente sendo postos em questão. Terrível que reitores queiram ser chamados de magníficos, que juízes dum tribunal superior queiram ser chamados de ministros e serem tratados de suas excelências quando ultimamente tem se comportado mesmo como canalhas.

Pacistão ou Libertidistão e vale para o Bralistão.

Estou traduzindo um texto em que o autor descreve o Pacistão mas que ao terminar confessa de que está falando dos Estados Unidos da América do Norte e cabe como um luva no Brasilistão dominado pelos canalhas do STF, STJ, CNJ e seus cúmplices instalados no Congresso todos monitorados pelo criminoso espião da C.I.A. instalado como se fosse um juiz em Kúritiba.

Segue a tradução, mas se você quiser ler o original eu vou publicar a tradução entremeando os parágrafos em inglẽs.

Não deixe passar este alerta. Um país está no ponto de ser destruído e o seu povo necessita do seu auxílio e aqui está uma sinópse da tragédia:

Please don’t skip this alert.
A country is on the brink of catastrophe. And its people desperately need our help.
Here’s a synopsis of the tragedy unfolding as we speak:

1) Uma parcela dos seus mais ricos habitantes está gastando bilhões para instalar marionetes nos postos de serviços, desde vereadores até os mais altos níveis de governo o que incluí o presidente do país (como aqui com o famigerado vampirão) para fazer a coplagem entre a classe-de-uber-ricos e que se dane a grande maioria dos outros.

1) A few of the country’s richest inhabitants are spending billions to install political puppets in office — from city councils up to the highest levels of government, even the country’s president — who will do the bidding of the wealthy uber-class, the overwhelming majority of the populace be damned.

2) A tradição nacional de eleições democráticas (que afinal tivemos no Brasil por um curto período) está sendo destruída no caminho da plutocratização do país.
2) The nation’s proud tradition of democratic elections is eroding as the country lurches toward plutocracy.

3) Coorporações multinacionais podem gastar o que quiserem para adquirir “políticos” (entre aspas porque eu sou político e não entendendo que estes canalhas que estão destuindo o nosso país merecessem ser chamados de políticos) como eu traduzia, elas podem gastar o que quiserem para atrelar como marionetes “políticos” para estabelecer o cíclo vicioso para lhes garantir mais poder e corrupção.
3) Multinational corporations can spend as much as they want pushing politicians and policies that will make them even more profitable, creating a feedback loop of corporate corruption leading to more corporate power leading to more corporate corruption and on and on and on and on.

4) Candidatos a “políticos” (entre aspas porque eu sou político e não entendendo que estes canalhas que estão destuindo o nosso país merecessem ser chamados de políticos), como eu traduzia, candidatos a “políticos” criam grupos fantasmas para gastar quantias ilimitadas de dinheiro com que atacam seus oponentes e eles tem inclusive o direito de manter segredo sobre quem são os bilionários e grandes empresas que os estão financiando.
4) Political candidates create shadowy groups to spend unlimited money attacking their opponents, and these groups don’t even have to disclose which billionaires and Big Businesses are funding them.

5) E pasmem, a coincidência do Pacistão com o Brasilistão neste ponto, os juizes instalados nas mais altas cortes é quem vêm facilitando esta corrupção destruindo a legislação centanária (a nossa não é tão vetusta, mas é um Constituição respeitável que os canalhas togados estão destruindo) e eu traduzia, os juizes estão facilitando a sujeira destruindo as leis que controlam as eleições.
5) Judges on the country’s highest court have facilitated this corruption with rulings overturning a century of protections against control of elections by the elite.

A nação está sob o controle de quem fala bobagens, de quem estufa o peito e falsos populistas já agravados com crimes de nepotismo, narcisismo e degradação erótica. Esta pobre nação poderia ser chamada de Brasilistão (PACistan) mas você a conhece como Estados Unidos do Brasil e eu, sinceramente, gostaria de estar exagerando.

The nation is led by a say-anything, self-aggrandizing faux populist leader guilty of nepotism, narcissism and nativism. This besieged nation’s nickname could be PACistan. But you know it as the United States of America. And I sincerely wish I were exaggerating.

E assina, Robert Weissman, President, Public Citizen, pelo PACistan e eu, Tarcisio Praciano-Pereira, pelo Brasilistão