Um grupo de ex-funcionários públicos e ilustres acadêmicos.

Puxados por um velhaco, um dos que é responsável pelo golpe que conduz o Brasil para uma situação de risco nas mãos dum psicopata para atender os anseios dos banqueiros que é engolir toda a riqueza da nação. Deixaram de fora o “tosco” Lula, como já falou o velhaco.

Velhaco é a soma de canalha com velho, sim porque ser velho nada significa porque os canalhas também envelhecem. O simples fato de ser velho não dá a ninguém a garantia da confiança dos demais, e muito menos quando o próprio velhaco anuncia que aquilo que ele “escreveu” nada significa nem para ele nem para ninguém. Deixaram de fora o metalúrgico que num período de 12 anos transformou o Brasil na “pedra da corôa” do interesse do capitalismo porque viram que aqui tem uma tal riqueza que é possível um reduzido grupo de egoístas embolsarem 1.2 trilhões, rapidinho, num saque típico de bandoleiros, enquanto o “sistema” segue lentamente distribuindo seiscentos auxílios emergenciais para 50 milhões de pessoas.

O velhaco certamente sabe fazer a conta, mas eu vou ajudar. Os 50 milhões recebendo o valor emergencial, que fica claro, é emergencial e extremamente limitado, somam 300 bilhões o que num ano, e nada garante que se seguiria por um ano, resultaria em 3.6 trilhões, magicamente o triplo do que os banqueiros ensacaram. Portanto, dividido por três, daria em quatro meses aquilo que os banqueiros roubaram em três ou quatro dias provando que quem é rico não ficou assim por trabalhar mas pelo contrário, saqueando. Por isto os que se somaram ao velhaco, isolando o tosco metalúrgico, se igualam ao velhaco e me fazem subir um imenso asco.

Serão os mesmos intelectuais que choram baixinho enquanto o golpe destrói o CNPq, a CAPES, que dão suporte à Fundação Osvaldo Cruz, o Butantã e as Universidades Públicas onde neste momento já poderia estar pronta a vacina não fossem os três anos que já seguem do golpe dos banqueiros que fora o mais recente saque, já engoliram parte da Previdência e destruíram também parte importante da riqueza que o tosco metalúrgico ajudou a fazer crescer a um ponto que deixou o Império assustado com a sensação de uma nova China crescia pelo lado da América Latina.

O velhaco e os tolos que o acompanham. É uma pena que a “carta capital” tenha dado guarida ao tolo tosco envilecido.

Esta ley de impunidad es también hija del miedo.

1) Porque no me gusta que el miedo mande.

Allá por 1544, las tropas del general Francisco de Carvajal ocuparon la ciudad de Lima. Ante la prepotencia militar, los oidores de la Real Audiencia inclinaron sus cabezas. El licenciado Zárate fue el último en firmar el acta de la humillación. Con su pluma de ganso, el licenciado dibujó una cruz y debajo, antes de firmar, escribió: “Juro a Dios y a esta Cruz y a las palabras de los Santos Evangelios, que firmo por tres motivos: por miedo, por miedo y por miedo”.

Esta ley de impunidad es también hija del miedo. Cuando los militares amenazaron con matar la legalidad democrática, la mayoría de los parlamentarios se ofreció a suicidarla. La presión militar no era un problema a resolver, herencia maldita de la dictadura, sino un veredicto del Destino. Muchos parlamentarios olvidaron súbitamente sus promesas de justicia y el poder civil mostró, así, una capacidad de abyección que confirmó, paradójicamente, la mala opinión militar sobre los políticos.

Seiscientos mil uruguayos han estampado su firma, junto a su número de documento, contra la ley que manda olvidar los crímenes de la reciente dictadura militar

Comparando con los países vecinos, esas firmas equivalen, en proporción, a seis millones en la Argentina y a más de veinte millones en Brasil. No es poco; y sobre todo teniendo en cuenta que esta tremenda respuesta de dignidad colectiva proviene de un país envenenado. El terrorismo de Estado nos había inoculado el veneno del miedo por todos los poros. Los uruguayos estábamos, y quizás estamos todavía, clasificados según el grado de peligrosidad; y hasta hace tres años, el peligrosímetro oficial decidía quién perdía el empleo, quién iba preso y quién marchaba al destierro o al muere.

Soberania Nacional

  1. A Constituição de 1988 determina que o primeiro fundamento do Brasil como Estado Democrático de Direito é a soberania (Artigo 1°).
  2. A soberania é o direito que tem um povo independente de determinar sua organização política, sua organização econômica, sua organização militar e sua organização social de acordo com seus objetivos de desenvolvimento, de democracia, de direitos para todos, sem interferência externa.
  3. O parágrafo único do Artigo 1° da Constituição declara que todo o Poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes ou diretamente.
  4. O Executivo, o Legislativo e o Judiciário representam o Povo e têm como dever supremo defender a soberania brasileira diante das constantes tentativas de reduzi-la, não necessariamente pela força, mas também pela pressão política e econômica, exercida por interesses públicos e privados externos, muitas vezes com cooperação interna.
  5. As características do sistema internacional, onde exerce sua hegemonia o Império Americano, com o auxilio das Grandes Potências, Reino Unido e França, fazem com que a emergência de novas Potências, ainda que apenas regionais, seja dificultada.
  6. Os Estados Unidos e outras Potências como a França e a Grã-Bretanha, procuram reduzir a soberania dos Estados, em especial daqueles de maior dimensão e potencial, como é o caso do Brasil e, portanto, mais capazes de promover e defender seus interesses e se tornar, gradualmente, nações mais prósperas e Estados mais poderosos.
  7. Em determinados casos, usam de sanções, na realidade agressões, para forçar outros Estados a adotarem certas políticas que reduzem sua soberania e seu direito de autodeterminação que o Império e aquelas Potências não toleram, apesar de ser um direito fundamental da Carta das Nações Unidas que aqueles mesmos Estados Unidos e todas as Grandes Potências subscreveram, mas que violam periodicamente sob os mais diversos pretextos.
  1. Os princípios organizacionais do Império Americano, que devem ser obedecidos por suas “Províncias”, isto é, os Estados nacionais são:

• ter economia capitalista, aberta ao capital estrangeiro;

• não discriminar entre empresas nacionais e estrangeiras;

• não exercer controle sobre os meios de comunicação;

• ter pluralidade de partidos e eleições periódicas;

• não celebrar acordos militares com Rússia e China;

• apoiar as iniciativas políticas dos Estados Unidos.

  1. Há tolerância no cumprimento desses princípios, como se pode ver no caso de monarquias absolutas do Oriente Médio, sempre que é do interesse do Império.
  2. Os objetivos estratégicos permanentes dos Estados Unidos para o Brasil são:

• evitar que o Brasil sozinho, ou em aliança com outros Estados, reduza a influência dos Estados Unidos na América do Sul;

• ampliar a influência cultural/ideológica americana nos meios de comunicação;

• incorporar a economia brasileira à economia americana;

• desarmar o Brasil e transformar suas forças armadas em forças policiais;

• impedir a cooperação, em especial militar, com a Rússia e a China;

• impedir o desenvolvimento autônomo de industrias de tecnologia avançada no Brasil;

• debilitar o Estado brasileiro;

• eleger líderes políticos favoráveis aos objetivos dos Estados Unidos.

Carta de Buenos Aires: Para el gran empresariado argentino, la Patria es su patrimonio

Para los empresarios argentinos que tienen activos financieros en el exterior y no los declaran para no contribuir con el erario público, que se niegan a pagar los impuestos, que despiden trabajadores en plena crisis económica y social por la pandemia del coronavirus, la Patria es su patrimonio. El impuesto a los 2.700 millones de dólares de bienes personales fugados de Argentina es de tal magnitud, que pagaría la emergencia.

Neste artigo os argentinos se referem aos “empresários” que esconderam 2,7 bilhões de dólares em paraísos fiscais para fugir dos impostos do novo governo. Apenas pagando impostos sobre este dinheiro roubado seria possível cobri os custos com a pandemia na Argentina e eles pensam que são patriotas. Da mesma forma como no Brasil uns tipos que se dizem ricos, banqueiros, se apossaram de 1.2 trilhões de reais do tesouro nacional que já começaram a anunciar empréstimos para pequenos industriais acossados pela pandemia. Um roubo!

Vale a pena ler e entrar fundo em documentos semelhantes

Aqui vai apenas o título e o link

“Responsability 3B: Implications of Technology & Geopolitical Trends”

um documento da NSA que foi tornado público porque “vazou”.

https://theintercept.com/document/2018/08/15/nsa-responsibility-3b-implications-of-technology-geopolitical-trends/

Nele algumas partes do Mundo são tratados como regiões do interesse americano (traduzindo, da gang militar industrial que mantém os americanos sob controle, agora sob baby trump que na verdade é apenas uma marionete da gang).

Eu gosto sempre de repetir, quem inventou o termo “gang militar industrial” foi alguém de inconteste autoridade, General Dwight David “Ike” Eisenhower, apenas ele usou um termo mais “educado”, chamou de “sistema” o que na verdade é um gang.

É a mesma gang que se apropriou agora, no meio da calamidade, de 1.2 trilhões de dinheiro público sem necessidade ter cartão ou algum registro n’algum cadastro nacional, e sem qualquer demora ou complicação burocrática. Foi um simples “repasse” de dinheiro nosso, público, para a gang dos banqueiros. E imediatamente a guang já anunciou “linhas de crédito para as pequenas e média industrias” para que elas se refaçam da calamidade, quer dizer, vão lucrar várias vezes em cima dos nossos 1.2 trilhões. Que nome dar isto que não seja ROUBO?

outro link interessante

https://nsa.gov1.info/dni/2018/index.html

este é da própira NSA e o que está público é porque vasou!

Nós precisamos comer e quem nos ajuda precisa ser protegida

Já se falou muito que a pandemia estava abrindo os olhos de muita gente, claro tem muita gente que continua de olhos fechados. Não somente com os olhos fechados, mas também com a mão duramente fechada encerrando nela dinheiro que pertence a todos, como os banksters que meteram a mão em 1.2 trilhões, sem precisar de conta n’algum sistema, sem cadastro, nadinha, caiu-lhes direto no bolso assim sem mais nada.

Mas o que me interessa aqui são heróis que se encontram por trás de tudo, na surdina, o pessoal da saúde, o pessoal dos mercados, os caminhoneiros, o pessoal da limpeza. Eles se encontram na frente de riscos e nós, os outros que estamos protegidos dentro de casa não podemos sobreviver sem eles. Sem eles morremos de fome, não recebemos atenção médica, os mantimentos não chegam aos mercados, as ruas ficariam sujas e intransitáveis. Não precisamos dos banqueiros, mas precisamos de todos estes heróis.

Eu não sinto a mais leve falta dum banqueiro, se eles todos adoecerem, isto não representaria para mim nada mais do que saber duma meia dúzia de seres humanos a mais como vítimas da pandemia, claro, como são seres humanos, isto me interessa, mas não me faltaria comida, nem água, nem eletricidade. Os banqueiros são completamente inúteis para mim, como os generais, para completar.

Então chego ao ponto, é urgente garantir, inclusive por meios legais, claro, uma medida provisória urgente, tornar obrigatório a concessão de todos os dispositivos necessários à proteção destes heróis, pessoal da limpeza, muito em particular porque lidam diretamente com detritos sujeitos a todos os tipos de contaminação, pessoal da saúde também diretamente expostos à contaminação, pessoal da rede de distribuição e venda que também se encontram expostos.

Que me chamou atenção para esta urgência foi artigo publicado nos Estados Unidos da América do Norte. Lá também tem gente decente!

Neoliberalismos, ciência e saúde coletiva

https://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Saude/Neoliberalismos-ciencia-e-saude-coletiva/43/47

Por Rafael da Silveira Moreira

O que o neoliberalismo não esperava era o surgimento de um fenômeno humano que mostrasse a fragilidade de suas ideias. Hospitais vem sendo estatizados em países da Europa. Preço de produtos vem sendo fiscalizados pelo Estado, evitando a regulação pelo mercado pela simples balança entre oferta e procura. Investimentos públicos na ciência e pesquisa realizada em universidade públicas, tão criticadas pela ideologia neoliberal, vem recebendo maior atenção. Novos pactos econômicos vêm sendo construídos no sentido de garantir melhor redistribuição de benefícios sociais, mostrando que a simples meritocracia defendida pelo Estado Mínimo não vai garantir o bem-estar coletivo.

Inicialmente, é necessário, ao discutir a ideologia liberal, deixar claro a existência de vários “liberalismos”, ou seja, várias leituras sobre essa ideologia. De uma maneira bem objetiva, segundo Milton Friedman, o liberalismo nasce de uma ideia bastante sedutora e intuitiva de liberdade. Liberdade primeiramente de propriedade do nosso pro%u001prio corpo. Por conseguinte, passamos a ter direito de liberdade sobre as coisas que nosso corpo produz. Dessa forma, a propriedade privada é a base dessa ideia liberal, pois somos donos daquilo que nosso corpo produz. Nesse sentido, podemos dizer que se a propriedade é uma consequência da minha liberdade, podemos explorar nossa propriedade com vistas a qualquer finalidade, inclusive o lucro, a mais-valia e outras vantagens reais ou especulativas. Para garantir essa liberdade, o Estado deve apenas intervir na segurança dos indivíduos no livre mercado. O Estado enquanto uma organização institucional não tem o direito de coibir, intervir, restringir o comé rcio, a venda e a compra das mercadorias. Ningué m pode coibir as liberdades individuais (liberdade negativa). Pois toda mercadoria é uma propriedade privada.

O que o COVD-19 vem nos mostrando é exatamente o contrário. Vários países estão intervindo em suas economias no sentido não de garantir o livre mercado, mas sim de coibi-lo. Não se pode permitir que a liberdade do sujeito liberal compre ou produza todas as formas de prevenção da doença, tal como ocorreu com a produção e compra do álcool em gel, para que o mesmo possa vendê-lo ao preço que desejar, motivado apenas pelo aumenta da demanda. Países cujos sistemas de saúde são majoritariamente privados estão se movendo rapidamente para torná-los universais. Fica-se evidente que a saúde não é mercadoria regulada pelas leis do mercado. O sujeito liberal entra em colapso. Não consegue se autodeterminar de forma isolada, individualista. Para a promoção, recuperação e promoção da saúde, as individualidades necessitam que todo o tecido social seja coberto pelo sistema de saúde e não apenas quem pode pagar por ele. A carteira do plano de saúde, embora possa garantir melhor acesso no momento da necessidade, não é uma imunização ao COVID-19.

A ciência e a educação pública, alvos constantes dos ataques neoliberais, surgem como os braços fortes do Estado para o combate a pandemia. Os estudos sobre o combate ao vírus, fabricação de medicamentos e vacinas, sequenciamento genético do vírus estão sendo conduzidos pelos centros de pesquisa e universidades públicas. Entrementes, a falta de uma educação pública de qualidade dificulta a disseminação e assimilação de informações fidedignas. A circulação de fake news e de teorias conspiratórias parecem ser mais sedutoras quando grande parte da população não foi formada para o pensamento crítico. Ficamos mais susceptíveis aos discursos dogmáticos proferidos por indivíduos iluminados. Aliada a promessa de liberdades individuais, poder individual e carência de formação educacional, a força das crenças individuais, por mais negacionistas que sejam, parecem ser mais fortes do que o discurso científico na prevenção solidária das doenças.

Outro aspecto que não ganha mais sustentação é o discurso de demonização do funcionalismo público. São os profissionais do serviço público que estão no front de guerra contra a pandemia. Mesmo os profissionais de saúde do serviço privado estão sendo recrutados pelo Estado para atuarem de forma pública e não privada. Fica emblemático que os interesse do mercado não representam os interesses públicos. E que são os interesses públicos que garantem o exercício de nossas liberdades individuais. O que os interesses do mercado garantem? Será que realmente existe liberdade no modelo neoliberal? Ou seria essa liberdade uma ficção do projeto capitalista para promoção de seus interesses?

Percebemos como o COVID-19 e o isolamento social traz à tona verdades escondidas pelo sedutor discurso neoliberal. Discurso esse que se torna um ato de fala na medida em que seu proferimento pelas autoridades com poder de ação tornam concretos seus atos discursivos.

O mercado regulador não tem competência para o enfrentamento da pandemia e de vários outros setores da sociedade cujos bens de produção são condições materiais para a sobrevivência. A educação e a ciência são aliados diretos do Estado para o enfrentamento da pandemia. Professores e pesquisadores de instituições públicas devem ser os pilares do Estado guiado pela conhecimento científico e não dogmático-ideológico.

A Saúde Coletiva e os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), especificamente no caso brasileiro, se mostram como imperativos no combate à pandemia do COVID-19. Suas ações de cobertura universal, atendimento integral e equânime, atuando de forma descentralizada nas distintas esferas do governo, parecem ser a nossa fortaleza.

Por fim, deseja-se que essa experiência social de enfrentamento pandêmico e de isolamento social nos traga a oportunidade de formação crítico-científica na interpretação da realidade.

Rafael da Silveira Moreira
Pesquisador em Saúde Pública do Departamento de Saúde Coletiva
Instituto Aggeu Magalhães – Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz – PE
Docente da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE

Servidores dos Fiscos municipais, estaduais e federal concluem e apresentam o documento ”10 Propostas Tributárias Emergenciais para o Enfrentamento da Crise Provocada pela Covid-19”

As entidades nacionais que representam os integrantes dos Fiscos dos Municípios, Estados, Distrito Federal e União prepararam um conjunto de propostas que podem impactar em até 267 bilhões de reais e estão distribuídas nos eixos: a) desoneração tributária e incentivo à economia e b) incremento da arrecadação sem prejuízos à retomada econômica.

Os estudos e trabalhos dessas entidades nacionais que resultaram nas “10 Propostas Tributárias Emergenciais para o Enfrentamento da Crise Provocada pela Covid-19” visam a preservar o setor produtivo e resguardar as pessoas de menor renda, nesse momento de retração econômica por causa da queda no consumo e na produção de bens e serviços.

As entidades nacionais FENAFIM (Fiscos municipais), FENAFISCO E FEBRAFITE (Fiscos estaduais) e SINFIFISCO NACIONAL, ANFIP E UNAFISCO (Fisco federal) – conscientes da missão constitucional dos Fiscos e de sua precedência na administração, estabelecida pelo art.37, XVIII da Constituição Federal, pois lhes compete a tarefa de garantir os recursos necessários à manutenção de todos os serviços públicos essenciais – oferecem ao Brasil medidas no campo tributário que auxiliarão no reequilíbrio produtivo, financeiro, econômico e social do País.

Os servidores integrantes dos Fiscos, que sabem bem da responsabilidade de exercerem carreira típica de Estado e atuarem com a precedência constitucional para arrecadar os recursos, inclusive os emergenciais – neste momento – reforçam o apoio aos servidores das áreas de saúde, assistência social e segurança que passam a contar com precedência lógico-circunstancial, por atuarem no socorro direto às vítimas da pandemia provocada pelo coronavírus.

Agora, precisamos ser todos, em primeiro lugar, a favor da vida. E, em segundo lugar, a favor de uma economia que priorize a vida.

Carlos Cardoso Filho é Vice-Presidente da Federação Nacional dos Auditores e Fiscais de Tributos Municipais-FENAFIM, Coordenador-Geral da Associação Pernambucana dos Fiscos Municipais-APEFISCO e Auditor Tributário do Fisco Municipal do Ipojuca-PE.