Direitos Humanos

Em Itabapoana o povo conseguiu varrer os corruptos.

Bom Jesus de Itabapoana - 89,23% de votos nulos!!!

Bom Jesus de Itabapoana - 89,23% de votos nulos!!!

A reviravolta na política americana e consequentemente no mundo

69% dos americanos escolheram um negro como presidente dos USA

69% dos americanos escolheram um negro como presidente dos USA

Primeira declaração de Obama, em Chigago

“This victory alone is not the change we seek–it is only the chance for us to make that change. And that cannot happen if we go back to the way things were. It cannot happen without you.”

“Esta vitória, sozinha, não é a mudança que buscamos — é apenas uma chance que possamos fazer a mudança. E isto não pode acontecer se voltarmos a fazer as coisas como antigamente. Não pode acontecer sem você.”

President-elect Obama has promised to restore the rule of law, to repair America’s damaged perception in the world, to close Guantánamo, and to renounce torture.

O presidente eleito Obama prometeu restaurar o domínio da lei, reparar a forma defeituosa como o mundo vê a America, fechar Guantánamo e renunciar a tortura.

These promises bring hope. In the coming days, we will need you to help make those promises a reality.

“Estas promessas trazem esperança”, diz a Amnisty Internacional, “precisaremos de você para transformarmos estas promessas em realidade”.

Sem dúvida há uma possibilidade e uma esperança, e precisamos nos juntar aos americanos que estarão lutando para manter um novo rumo
porque do outro lado, do lado dos grande grupos econômicos os que vendem guerras e exploram o petróleo, não somente não há interesse em mudanças como há um enorme interesse (burro) em manter o curso da história imutável (até destruir o nosso habitat).

Tirado da Declaração de Indepência –
from the Declaration of Independence


A prudência, de fato, mostra que Governos estabelecidos há muito tempo não devem ser substituidos em função de causas passageiras ou superficiais;
ainda de acordo com o que a experiência nos mostrou, a humanidade está mais disposta a sofrer, a um ponto próximo do insuportável, do que se levantar para abolir a situação a que ela se encontra acostumada. Porém, quando uma longa cadéia de abusos e violências tendo como meta invariável o objetivo de reduzir a população ao mais absoluto despotismo, é o seu direito, é o seu dever, derrubar um tal governo e assim garantir novos gardiães para o seu
futuro e sua segurança.
Declaração da Independência (dos EUA).


Prudence, indeed, will dictate that Governments long established should
not be changed for light and transient causes; and accordingly all experience hath shewn that mankind are more disposed to suffer, while evils are sufferable than to right themselves by abolishing the forms to which they are accustomed. But when a long train of abuses and usurpations, pursuing invariably the same Object evinces a design to reduce them under absolute Despotism, it is their right, it is their duty, to throw off such Government, and to provide new Guards for their future security.
Declaration of Independence of USA

21 de Setembro: Dia Nacional de Luta Contra
a Monocultura de Eucalipto

Movimento Alerta contra o Deserto Verde

Hoje, duas manifestações aconteceram no Espírito Santo em protesto contra os impactos e a violência, causados pelo plantio da monocultura de eucalipto em larga escala no estado. O dia de hoje, como momento de protesto, foi escolhido durante o III Encontro Nacional da Rede Alerta contra o Deserto Verde em maio deste ano em Belo Horizonte, 21 de setembro é o dia da árvore: uma data bastante simbólica para este Dia Nacional de Luta.

Uma manifestação ocorreu na localidade de Vinhático, Município de Montanha, no Norte do Espírito Santo. Mais de 1000 representantes de comunidades locais, do MST e do MPA arrancaram mudas de eucalipto plantadas há 20 dias através do Programa Fomento Florestal da Aracruz Celulose, numa propriedade de cerca de 1.800 hectares. A própria Aracruz está querendo adquirir a propriedade. Nessa região, a empresa está se expandindo muito, aproveitando-se da política do governo Lula para ampliar a área de monoculturas de árvores no país com mais 2 milhões de hectares até 2007. Depois de ter arrancado milhares de mudas de eucalipto, os manifestantes seguiram para a sede do Município em marcha, onde aconteceu um ato público com cerca de 1.500 pessoas.

A outra manifestação ocorreu na comunidade de Vila do Riacho, Município de Aracruz, também no Norte do Espírito Santo, com cerca de 700 pessoas: membros da comunidade local, Índios Tupinikim e Guarani, MST, MPA e outras entidades de apoio. Cerca de 3 hectares de eucalipto recém-plantado foram destruídos. Um caminhão foi parado e sua carga, milhares de mudas de eucalipto, foi destruída. Depois, os manifestantes seguiram para o complexo de 03 fábricas de celulose da Aracruz e, em frente do complexo, cortaram algumas árvores de eucalipto e puseram fogo. Além disso, foi realizado um ato público em frente das fábricas. Ontem à noite, mais de 1000 pessoas da comunidade de Vila do Riacho já tinham se reunido numa celebração ecumênica e caminhada para lembrar e denunciar as diversas violações praticadas contra a população local a partir das ações da Aracruz Celulose na região. Em baixo, segue Carta Aberta à População, uma carta que foi distribuída e divulgada, ontem e hoje, à população local e regional.

Por um lado, as manifestações de hoje mostram a crescente mobilização e organização popular no Espírito Santo contra a monocultura de eucalipto, um plantio que impede a realização da reforma agrária, gera pouquíssimos empregos e destrói direta e indiretamente os meios de subsistência das populações locais. Por outro lado, o caráter das ações de hoje mostra que as populações locais e movimentos sociais do campo estão indignadas e cansadas de esperar por ações concretas dos governos federal e estadual no sentido de impedir o avanço da monocultura de eucalipto. Querem construir seus próprios projetos de subsistência, baseados na diversidade, no agro-ecologia, na reforma agrária, na devolução das suas terras ocupadas por eucaliptos – como no caso dos quilombolas e dos indígenas -, e no estímulo de alternativas de reflorestamento que aproveitem o potencial das centenas de espécies nativas.

Movimento Alerta contra o Deserto Verde
21 de setembro de 2004

Liberté, égalité, fraternité – palavras vazias na moeda francesa

“I would never have imagined that they would turn me down because of what I choose to wear.”
FAIZA SILMI, a Muslim who applied for French citizenship and was turned down because she wears a veil. – “Eu nunca poderia imaginar que eles me recusariam a cidadânia pela roupa que eu decido usar”

Plavras de um mulher mulsumana, casada com um franês, com três filhos franceses, que solicitou
a cidadânia francesa e esta lhe foi recusada porque ela é uma mulsumana radical.

Você pode ler a notícia completa aqui.

Mas parece que é verdade, “liberdade, igualdade, fraternidade”, o mote da revolução francesa, hoje, na França, existe apenas nas moedas, e com a chegada do euro, até nas moedas vai se acabar.

Poluição na atmofesra de Sobral

Foi hoje, dia que tirei as fotos, apesar da data errada nas fotos. A máquina estava sem pilhas e desconfigurada, e eu tinha pressa porque eles jogam poluição rapidinho, furtivamente, como um ladrão tentando nos roubar a saúde,
e não me dava tempo para reconfigurar a máquina. Mesmo assim peguei apenas a nuvem de fumaça, ainda com um rabinho apontando
para a chaminé criminosa. Assumo, sob as penas da lei (Lei ? que lei mesmo?) a data e hora em que tirei as fotos.

como um ladrão tentando nos roubar a saúde

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Tecendo a Manhã

de João Cabral de Mello Neto

Um galo sozinho não tece uma manhã:
ele precisará sempre de outros galos.
De um que apanhe esse grito que ele emite
e o lance a outro;

de um outro galo
que apanhe o grito de um galo antes
e o lance a outro;
e de outros galos
que com muitos outros galos se cruzem
os fios de sol de seus gritos de galo,
para que a manhã, desde uma teia tênue,
se vá tecendo, entre todos os galos.


A campanha “O petróleo é nosso” está de volta! Inkorgen

Agência Petroleira de Notícias

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A campanha “O petróleo é nosso” está de volta!
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Fonte: Agência Petroelira de Notícias (www.apn.org.br)

No próximo dia 15 de março, de 9h às 19h, na Associação Brasileira de Imprensa – ABI (Rua Araújo Porto Alegre, 71, Centro do Rio de Janeiro-RJ, próximo da Biblioteca Nacional), será realizado o Seminário Nacional contra a Privatização do Petróleo e Gás Brasileiros. É o resgate da luta histórica que mobilizou amplos setores da nação brasileira na década de 50 em torno do grito “O petróleo é nosso!”

O objetivo do Seminário é socializar as informações sobre o crime que representa a entrega das riquezas naturais. E construir um Fórum Nacional Contra a Privatização do Petróleo e Gás, que conte com a participação das entidades que defendem a soberania.

Impedir a realização dos leilões das áreas promissoras de petróleo e gás é fundamental para a construção de uma sociedade justa e igualitária. Por isso, a participação de todos os brasileiros, grupos, movimentos sociais e entidades de classe que defendam a soberania.

Na parte da manhã, acontecerá um debate com a participação de representantes de entidades governamentais, que irão apresentar seus argumentos em relação aos leilões, e movimentos sociais, intelectuais e trabalhadores contrários a esse processo de privatização. Concluída a exposição inicial de cada debatedor, o público poderá fazer perguntas e considerações. João Pedro Stédile, membro da Coordenação Nacional do MST e da Via Campesina Brasil, e Fernando Siqueira, diretor da Associação de Engenheiros da Petrobrás – AEPET, já confirmaram presença.

A partir das 14h, será a Plenária de Trabalho que tratará especificamente da organização do Fórum Contra Privatização do Petróleo e Gás Brasileiros. Essa parte da tarde terá três sub-tópicos: 1) Definição do caráter do Fórum e sua organização; 2) Estabelecer as ações do movimento no campo das lutas, da comunicação (divulgação para sociedade e imprensa alternativa) e da formação de formadores, multiplicadores; 3) Construção do calendário de atuação do Fórum.

A organização da sociedade no sentido de deter esse ataque é imperativa, até porque é necessário construir coletivamente a forma de barrar a realização da 8ª Rodada de Leilão das áreas promissoras de Petróleo e Gás Brasileiros, que está sub judice, mas que a Agência Nacional de Petróleo insiste em realizar. Essa bandeira contra a privatização deve ser assumida por toda a sociedade brasileira. Temos que resgatar e gritar bem alto ainda hoje: “O petróleo é nosso!” Participe do seminário.

A Comissão organizadora da atividade é composta pelo Sindipetro-RJ, MST, Aepet, CUT, Conlutas, FUP, FNP e Fist. As inscrições podem ser feitas, enviando uma mensagem para redacao@apn.org.br, constando nome completo, e-mail, telefone, cidade em que mora, estado e entidade ou movimento do qual participa. As inscrições também podem ser feitas por telefone: (21) 3852-0148 ramal:207. Mais informações: www.apn.org.br


Educadores do MST ocupam reitoria de universidade em Fortaleza

Fonte: http://www.mst.org.br/mst/pagina.php?cd=4905

Educadores do MST ocupam reitoria de universidade em Fortaleza

14/02/2008

Há onze meses sem receber remuneração, mais de 200 educadores do MST que fazem parte do Pronera (Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária) – parceria entre o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária e a Uece (Universidade Estadual do Ceará) – ocuparam na manhã desta quinta-feira (14/02) o prédio da reitoria da Universidade, em Fortaleza.

A pauta de reivindicações dos trabalhadores (confira abaixo) inclui a liberação dos recursos em atraso, ações de continuidade e melhoria do Pronera e investimentos na educação do campo nos assentamentos de reforma agrária. A determinação do MST é de desocupar o prédio apenas quando o reitor resolver a situação do Pronera e for marcada uma audiência com o governador do estado, Cid Gomes, e a Seduc (Secretaria Estadual de Educação) , com encaminhamentos concretos.

Mesmo sem receber remuneração, os educadores continuam nas salas de aula, pelo compromisso do MST com a erradicação do analfabetismo nas áreas de reforma agrária e com a luta pela educação universal, uma bandeira prioritária para o movimento.

Pauta do Movimento

Audiência imediata com o Reitor da UECE, Secretaria Estadual de Educação, Governador do Estado e INCRA.

Com a UECE

1 – Liberação imediata da remuneração dos/as educadores/as referente ao período de abril a dezembro de 2007 (processos já dado entrada no DECOFIN desde 07 de dezembro de 2007).

2 – Liberação imediata dos recursos para o curso de capacitação de educadores/as do PRONERA.

3 – Agilidade, pelo DECOFIN, na liberação dos próximos recursos do PRONERA (Projeto I e II e Projeto de Formação de Educadores/as).

4 – Criar um grupo de trabalho e definir coordenação da UECE para a elaboração de novos projetos para o PRONERA (escolarização de segundo segmento, cursos de graduação: Veterinária, Serviço Social e Pedagogia).

5 – Agilidade nos processos de licitação para a compra de material para as salas de aula.

Com a SEDUC

1 – O Estado assumir o ensino de todos os níveis e modalidades nos assentamentos onde têm uma grande demanda (Santana em Monsenhor Tabosa, 25 de Maio em Madalena, Lagoa do Mineiro em Itarema e Maceió em Itapipoca);

2 – Criar políticas públicas para a Educação do Campo, criando no organograma da SEDUC um setor para coordenar sua efetivação.

3 – Construção, ampliação e reforma de escolas nos assentamentos de Reforma Agrária.

4 – Realização de concurso público específico para o campo, priorizando os profissionais das próprias localidades.

5 – Criação de cursos de graduação nas universidades estaduais e cursos técnicos nas escolas técnicas, direcionadas as pessoas do campo com a participação dos movimentos sociais do campo.

6 – Realização de convênio com o MST de um projeto de alfabetização de jovens e adultos.

7 – Substituição dos anexos por escolas patrimoniais.

8 – Garantir em todos os assentamentos e acampamentos a educação infantil.

9 – Parceria com os movimentos sociais do campo para a realização de cursos, seminários e formação continuada de educadores/as das áreas de assentamentos das áreas de assentamentos e acampamentos de reforma agrária.

Setor de Educação do MST Ceará

Reforma Agrária, por Um Brasil Sem Latifúndio.

Educação do Campo, direito nosso, dever do estado.

Fortaleza, 14 de fevereiro de 2008.



    Carta-protesto dos estudantes ao INCRA

Nós, estudantes de diversos cursos e universidades brasileiras, que nos dedicamos a estudar e interpretar a realidade brasileira e propor soluções para os problemas do nosso povo, sentimos necessidade de expressar nossa preocupação em torno de alguns assuntos pertinentes a este órgão e ao Estado brasileiro de modo geral. Desta forma nos articulamos nacionalmente para a elaboração desta pauta conjunta que está sendo entregue hoje em diversas superintendências regionais do INCRA. Também a título de protesto e refletindo o nosso estado de indignação com a situação da reforma agrária no Brasil, ocupamos nesta manhã a sede do INCRA SR 06, em Minas Gerais com 300 jovens universitários de 13 universidades mineiras e 11 de outros estados, permanecendo no prédio até que se chegue a um termo de acordo sobre os seguintes itens:

1. Estamos indignados com a situação da Reforma Agrária no Brasil. Nos solidarizamos com o Fórum Nacional de Reforma Agrária (FNRA) e a todas as suas organizações e movimentos que lutam pela terra no Brasil que em seu manifesto de janeiro último declaram 2007 como o pior ano para a Reforma Agrária no Brasil.

2. Apoiamos a iniciativa encabeçada pela Comissão Pastoral da Terra e encampada pelo FNRA de promover um amplo debate na sociedade a respeito da necessidade de limitar o tamanho da propriedade rural no Brasil. Neste sentido, queremos a abertura do INCRA a esta pauta, que entendemos também lhe diz respeito, apoiando a campanha nacional no que for necessário.

3. Exigimos a imediata atualização dos índices de produtividade ora utilizados, que ainda são de 1975, de acordo com a proposta do MDA de 2005. Confiamos que esta medida contribui enormemente para agilizar o processo das desapropriações em diversos estados brasileiros e é um ponto central da luta pela Reforma Agrária e pela justiça social no campo hoje.

4. Pela proibição da compra de terras por empresas estrangeiras para monocultivo de cana, gado, soja, etc. A especulação fundiária para a produção do agronegócio já fez os preços de terra baterem recordes em diversos lugares. Pela expropriação imediata das terras de empresas estrangeiras em área de fronteira, que viola a constituição brasileira e agride a soberania nacional, como exemplo as terras da transnacional Stora Enzo, na fronteira do RS.

5. Em especial pedimos que seja aprovada a lei de expropriação de todas as fazendas com trabalho escravo. E recuperar imediatamente as mais de 80 fazendas identificadas pela justiça federal como lavagem de dinheiro do narcotráfico, no Mato Grosso do Sul.

6. Pela imediata desapropriação da fazenda Nova Alegria de propriedade do Sr. Adriano Chafik Luedy, mandante e executor do massacre de Felizburgo, em 20 de novembro de 2004, em Minas Gerais. O processo já percorreu todos os trâmites burocráticos e encontra-se há mais 5 meses na mesa do Presidente da República aguardando somente sua assinatura.

7. Punição aos culpados dos inúmeros casos da violência nas questões fundiárias, tendo como exemplos os assassinos da Irmã Dorothy e do massacre de Eldorado dos Carajás, ambos no Pará, e do recente assassinato de Valmir Mota pela Syngenta no Paraná e tantos outros. De 1985 a 2005, foram cometidos 1426 homicídios ligados a conflitos agrários no Brasil. Apenas 76 casos foram levados a julgamento, 16 mandantes foram condenados. Nenhum está preso.

8. Por soberania alimentar! Não comemos eucalipto ou cana-de-açúcar. Somos contra o monocultivo exportador que causa aquecimento global e tantos prejuízos ambientais. Exigimos a reversão do modelo tecnológico e agrícola que vem sendo priorizado pelo governo e que favorece largamente as grandes culturas de commodities para exportação em detrimento da produção de alimentos para consumo interno.

9. Todo apoio à criação e fortalecimento dos cursos e turmas específicos para os movimentos sociais em convênio com as universidades federais e estaduais. Acreditamos que dessa forma inicia-se um importante processo de recuperação de uma dívida histórica com os sujeitos sociais excluídos do processo de desenvolvimento industrial-dependente que expulsou milhões de famílias do campo, gerando um arco de excluídos urbanos nas periferias das cidades e um contingente de excluídos rurais – os sem-terra.

10. Pelo fortalecimento da Reforma Agrária no seu sentido pleno, não restrito a entrega de lotes e sem um mínimo apoio posterior. É necessário um conjunto de medidas que consolidem no campo o núcleo familiar e comunitário com garantia de infra-estrutura, educação, saúde, cultura, esporte e crédito. No que cabe a nós, da universidade, propomos que seja priorizada a produção de pesquisa e extensão que acumule para a compreensão da realidade da luta pela terra e contribua para a mediação de seus conflitos e meios de solucioná-los.

11. Que o Estado brasileiro reconheça a importância do estabelecimento da relação entre o movimento camponês e estudantil e viabilize ferramentas para seu fortalecimento. A experiência dos estágios de vivência têm se mostrado acertadas e já duram 19 anos, contribuindo para uma formação profissional socialmente referenciada, solidária e comprometida com a transformação da realidade do campo. É necessário consolidar políticas públicas que viabilizem sua implementação e continuidade nos estados, garantindo recursos e prioridade política para sua realização.

Belo Horizonte, 14 de fevereiro de 2008

FEDERAÇÁO DOS ESTUDANTES DE AGRONOMIA DO BRASIL, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA FLORESTAL, DIRETORIA EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE FONOAUDIOLOGIA, EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE TERAPIA OCUPACIONAL, EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE FARMÁCIA, EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE VETERINÁRIA, FEDERAÇÃO DO MOVIMENTO ESTUDANTIL DE ESTUDANTES DE HISTÓRIA, EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE BIOLOGIA, EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE FILOSOFIA, EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE EDUCAÇÃO FÍSICA, DCE-VIÇOSA(MG), DCE UFMT(MT), DCE-UFMG(MG), DCE-UBERLÂNDIA(MG), DCE-SJDR(MG), DCE da UFJF(MG), DCE da UFBA(BA), DCE UFPA (PA); DCE da Estácio de Sá(ES), DCE UFPI(PI); DCE UNCISAL; DCE UFAL; DCE da UENF(ES), Diretório Acadêmico Marina Andrade Resende/UFMG, Diretório Acadêmico de Biologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Diretório Acadêmico de Farmácia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Diretório Acadêmico de Terapia Ocupacional da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Diretório Acadêmico da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (UFMG), DA ON UFSM(SC); C.A. de T.O. da UEPA(PA), C.A. Farmácia UFPI(PI); C.A. Alexandre Martins Castro Filho(UNIVIX), CA de Com. (FAESA), CA João Baptista Herquenhoff (UVV), DA de Fono UFSM (RS), CA de C.Sociais de UFMT(MT), CA Agro UFSM (RS), C.A. de Psicologia da UFPR(PR), C.A. de Farmácia da UFPR(PR), CA de agronomia da UFRRJ(RJ), CA de agro da UFERSA(RN), CA-TO USP(SP); CAFONO USP(SP); CAAGRO UFRA (PA); CAEF UFRA (PA).


Médicos assassinos (apesar de não julgados)

Para lembrar….
1) do estudante morto na USP no trote de 1999 e seus assassinos
2) do índio patachó, morto queimado em Brasília e seus assassinos.

Vocês se lembram do estudante de medicina que foi encontrado morto na piscina da USP, em 1999? Ele foi afogado mecanicamente (isto significa que, mesmo não sabendo nadar, foi jogado várias vezes na piscina, até que não resistisse mais), num trote realizado na USP.


Então, vocês têm que saber que, até hoje, ninguém foi responsabilizado pela morte do rapaz. E os acusados estão livres, leves, soltos, exercendo suas
profissões e gozando a vida.

Tomem nota do nome dos acusados:

*1) FREDERICO CARLOS JANA NETO*, não mais chamado pelos amigos de ‘Ceará’, para que ninguém se lembre dele pelo apelido, que ficou associado
à tragédia de 1999. Formado pela USP, tem 28 anos e
*atende no Hospital das Clínicas* de SP;

*2) ARY DE AZEVEDO MARQUES NETO *, tem 25 anos e na época, era aluno do 3° ano e presidente da associação atlética, e foi dele o grito de guerra para que os calouros fossem jogados na piscina (que possui de 2 a 4 metros de profundidade);

*3) GUILHERME NOVITA GARCIA* , especializado em *ginecologia *(cuidado mulheres! ) , também cursa cirurgia.Tem 29 anos e é apelidado de
‘Campanha’. Admitiu ter feito brincadeiras para assustar os calouros e admite ainda ter jogado uma estudante na piscina naquele dia;

*4)** LUIS EDUARDO PASSARELLI TIRICO *, titular do time de basquete da faculdade e considerado o ‘mauricinho’ da turma. Tem 24 anos, e, junto com FREDERICO E UILHERME , foi denunciado. Não podemos, também, esquecer do

*Sr. MÁRCIO THOMAZ BASTOS que virou- pasmem! –
MINISTRO DA JUSTIÇA do** governo Lula (mais uma do Lula ), e que, 24 horas depois de assumir o cargo, pediu a SUSTAÇÃO DO PROCESSO.* Isso porque ele era um dos advogados de defesa do LUIS EDUARDO PASSARELLI TIRICO. Diz o ministro da justiça de Lula que inexiste relação entre sua nomeação e o pedido de sustação do processo, mas,segundo a promotora responsável pelo caso, ‘é, no mínimo, uma coincidência muito estranha o fato de a ação ser interrompida um dia depois da nomeação de Márcio Thomaz Bastos, sabendo-se que ele defendia um dos acusados’.

Vê-se, portanto, que sem o prosseguimento da ação, até hoje o único culpado
(???) foi a própria vítima, EDISON TSUNG CHI HSUEH, que pagou com a própria
vida pelo esforço que fez para entrar no curso da USP.


Só pra refrescar mais um pouco a memória. *o nosso Ministro da Justiça
(infelizmente), MÁRCIO THOMAZ BASTOS , foi também advogado dos
delinqüentes que assassinaram o índio pataxó, aos quais, igualmente, NADA aconteceu. *


Enquanto essa figura funesta, o defensor-mor dos direitos humanos só para os bandidos, posar e atuar como ministro, estamos todos ferrados.


REPASSE ESSE E-MAIL, NÃO POR COMPAIXÃO, MAS SIM PARA QUE A JUSTIÇA SEJA
FEITA. SÓ ASSIM PODEREMOS SONHAR COM UMA SOCIEDADE JUSTA, HONESTA E COM MENOS VIOLÊNCIA.


Grato

Hélio C de Toledo César

‘De São Paulo para o Mundo’

But tell me, the people of the forest have of not the right to patent their knowledge? Put it plainly!

Coca-Cola is lining its pockets with the use of THE new trendy sweetener – the stevia – which comes from the traditional knowledge of indigenous groups in South America, the Guarani Paî Tavytera and Kaiowa people.

While Big Soda companies like Coca-Cola make billions off this knowledge, none of these communities are getting a single penny.

Coca-Cola’s dreadful attitude violates the rights of indigenous people as enshrined in international treaties.

But you can stop this by sharing this video to raise awareness of the Guarani’s plight.

Let’s stand in solidarity with the Guarani people against Coca-Cola’s exploitation — you can help make sure that this message is heard far and wide.

Click here to watch the video and share it with your friends.

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The more people who know about the issue, the more power we’ll have to pressure Coca-Cola into settling with the Guaranis on a fair and equitable sharing of the profits out of the use of this natural sweetener.

SumOfUs is teaming up with Public Eye, Pro-Stevia Schweiz and France Libertés to make sure everybody knows about the bitter-sweet taste of stevia. We know this tactic works. Our videos targeting PepsiCo have clocked over 20 million views and have gone viral because they were shared by members like you. They’ve brought PepsiCo back to the negotiating table, and forced it to come up with a new palm oil commitment.

You truly hold the power to make a difference: you can make this glaring injustice a thorn in Coca-Cola’s side. Spread the word!

Watch and share the video with your friends by clicking here now.

Thanks for all that you do,
Fatah, Marie and the team at SumOfUs

More information:
The bitter Sweet Taste Of Stevia
Public Eye (formerly Berne Declaration). 1 November 2015.
Stevia: the path to a benefit sharing agreement
Public Eye (formerly Berne Declaration). 16 November 2016.

The more people who know about the issue, the more power we’ll have to pressure Coca-Cola into settling with the Guaranis on a fair and equitable sharing of the profits out of the use of this natural sweetener.

SumOfUs is teaming up with Public Eye, Pro-Stevia Schweiz and France Libertés to make sure everybody knows about the bitter-sweet taste of stevia. We know this tactic works. Our videos targeting PepsiCo have clocked over 20 million views and have gone viral because they were shared by members like you. They’ve brought PepsiCo back to the negotiating table, and forced it to come up with a new palm oil commitment.

You truly hold the power to make a difference: you can make this glaring injustice a thorn in Coca-Cola’s side. Spread the word!

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Thanks for all that you do,
Fatah, Marie and the team at SumOfUs

SumOfUs is a community of people from around the world committed to curbing the growing power of corporations. We want to buy from, work for and invest in companies that respect the environment, treat their workers well and respect democracy. And we’re not afraid to stand up to them when they don’t.

Please help keep SumOfUs strong by chipping in $3

Chip in $3

The bitter Sweet Taste Of Stevia
Public Eye (formerly Berne Declaration). 1 November 2015.
Stevia: the path to a benefit sharing agreement
Public Eye (formerly Berne Declaration). 16 November 2016.

Um grupo de policiais invadiu e expulsou moradores de suas casas no Complexo do Alemão

Imagina só: após um longo dia de trabalho, você chega em casa cansado e descobre que ela foi invadida por pessoas desconhecidas. Você não pode entrar e corre para denunciar o crime. Só que no meio do caminho, descobre o pior: quem está cometendo o crime é um grupo da própria Polícia Militar. É exatamente isso que está acontecendo no Complexo do Alemão.
No dia 14 de fevereiro, o Defezap mostrou ao vivo que policiais da UPP Nova Brasília, sob comando do Major Leonardo Zuma, invadiram e montaram “bases provisórias” nas casas de moradores, sem qualquer autorização, mandado ou respeito à lei. O Major Zuma, responsável pela operação, alega que as casas estavam abandonadas, mas, em visita ao local, a ouvidoria da Defensoria Pública, a Comissão de Direitos Humanos da Alerj e a OAB comprovaram que as invasões foram feitas ilegalmente, desmentindo a versão da PM. O caso seria absurdo e inaceitável em qualquer lugar da cidade, mas esse grupo de policiais continua agindo contra a lei sem ser incomodado.
A autoridade capaz de intervir para que os policiais saiam das casas é o Comandante Geral da PMERJ, Coronel Wolney Dias. Ele já sabe do ocorrido, mas como a repercussão do caso ainda é pequena, ele está numa posição confortável e preferiu fingir que não está vendo.
É por isso que precisamos nos mobilizar e criar uma onda de pressão no Coronel Wolney: se ele receber milhares de mensagens de cidadãos e cidadãs cariocas indignados com o que está acontecendo no Alemão, ele se sentirá obrigado a intervir imediatamente.
 

 

Envie o seu e-mail de pressão agora

complexoalemao

 

 

 

 

O filho de emigrante, ou refugiado, este palhaço de nome Trump

Kallstadt na Baviera. Uma aldeia com 1200 habitantes. Rodeada de vinhas e famosa na Alemanha festa “Saumagen”,   estômago recheado com carne de porco, batatas e especiarias. Eu nunca tinha ouvido falar tanto do resort ou para a direita antes de começar a tomar drogas Trump.”

filho de refugiado e imigrante que persegue negros, latinos, mulsumanos e imigrantes

É como começa o texto que não vou traduzir, você pode obter uma traduçãozinha meia boca no “gigante” e pode sentir a forma como um sueco está agora entendendo este palhaço filho dum emigrante que escapou da alemanha para começar com cabelereiro em Nova Iorque que terminou desovando o palhaço que dirige o país mais militarizado do globo e que pode com suas medidas de exceção, parecidas com estas que o seu lambaio no Alvorada imprime, decretos leis,  aporrinhar a vida de pretos, latinos e mulsumanos e até mesmo despertar a compreensão da colonia americana, chamada Suécia (ou da NATO,  o que dá no mesmo), sobre a desgraça dum imbecil sentado na sala oval. hahahaha!

A presidenta que fala com segurança e respeito

Num dos trechos de sua entrevista à agência AFP, a presidente eleita Dilma Rousseff afirma que não nutre sentimentos de ódio, rancor ou vingança em relação ao deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que, na condição de presidente da Câmara, conduziu o golpe contra a democracia que atirou o Brasil no atoleiro atual; “não dei esse luxo […]

via Dilma: não dou luxo a torturador, nem ao Cunha | Brasil 24/7 — BRASIL S.A

Homo Sapiens – o animal sabido

Evolução do home, o animal sabido

Evolução do home, o animal sabido

http://www.countercurrents.org/2017/02/11/scenario-homo-sapiens/

in Life/Philosophy por  February 11, 2017

Traduzido por Tarcisio Praciano-Pereira

A metamorfose da mente humana superando de longe a visão histórica está ocorrendo. Os seres humanos finalmente devem compreender uma dura realidade: por suas próprias ações e omissões eles podem estar chegando ao fim (ou pelo menos da civilização como a entendemos hoje)  A dolorosa lição terá que ser aprendida e seremos forçados a aceitar que a manutenção da vida no Planeta Terra dependente de nossa  capacidade de viver em consonância com o seu ritmo natural, mesmo que este ritmo tenha se tornado fortemente estranho.

As temperaturas globais recentes nestes dois últimos anos têm sido as maiores já registradas na história. Ppm de CO2 atingiu agora o nível 400, (nota do tradutor quando o mundo científico considerava que atingir a marca dos 350 seria gravíssimo e é porisso que foi criada uma ONG com o nome  350.0rg ). Estima-se que o nível 450 será alcançado até 2030 e vai continuar a subir. (nota do tradutor Como foi predito, se passamos dos 350 seria difícil evitar que continuasse crescendo).  Então, temperas muito mais elevadas conduzindo a eventos como um loop de feedback hidrato de metano poderiam ocorrer.

Perante este cenário de risco ficam duas perguntas: Será que o Homo Sapiens irá sobreviver no Planeta Terra? E se sobreviver, como?

Aqui vou supor o caso da sobrevivência, entretanto, somente após a dor e o sofrimento de enormes proporções. Também vou descrever como essa dor e sofrimento serão os motores da mudança e também  vou  descrever como essa mudança irá resultar em uma interdependência planetária / cósmica distante da interdependência que trouxe a civilização humana ao presente estágio religioso filosófico da era Industrial/Scientific/Económica em que vivemos hoje.

Dor e sofrimento entre os seres humanos não é novodade. À medida que avançamos após o estágio de caçadores / coletores, a cada passo ao longo do caminho nossa espécie suportou dor e sofrimento. Depois que a dor e o sofrimento existem ajustes sempre seguidos no pensamento político, económico, social e religiosa  desta instituição que apoia esta maneira de pensar.

Após a desintegração, sempre segue uma “transição”, levando a um novo período (nota do tradutor  apenas este novo período pode voltar depois de milhares de anos e há uma hipótese de “os deuses não seriam astronautas” como sugeriu Sagan, mas humanos de uma civilização desaparecida como poderá desaparecer a nossa nos levando de volta à idade da pedra). No início, a transição se move lentamente. Em seguida, ele recolhe o força  e constrói em intensidade. Nunca há uma epifania repentina, com visitação dos bons  deuses acima, nenhuma compreensão global repentina que possa trazer a normalidade súbita.

Como os eventos ecológicos já começam a acontecer em ameaça a nossa civilização e forças planetárias poderosas começaram a se mover com pontos de ruptura já tendo sido atingidos, podemos concluir que este processo de recomposição vai se desenrolar.

Estamos prestes a entrar num período de tal mudança como resultado do nosso abuso dom do planeta. Uma breve descrição do cenário 100/200 ano segue:

Temperaturas ficarão ainda maiores do que as que vemos agora. Padrões climáticos e sobre-utilização serão extremamente prejudiciais para a produção agrícola. As cidades costeiras, todas serão destruidas. A acidificação dos oceanos terá destruído grande parte do estoque de comida de peixe e crustáceos. O tamanho da população do nível 8/9 bilhões estará pressionando todos os recursos disponíveis. Para seres humanos a existirem sob as  condições climáticas e atmosféricas adversas, estruturas fechadas e auto-suficientes vão ser necessárias em algumas partes do planeta. (nota do tradutor  um cenário típico de sobrevivência em Marte, por exemplo, o que não pode afastar de ser esta a razão porque a NASA investe tanto em pesquis sobre vida e sobrevência em Marte. Seria para aplicá-la aqui mesmo?  Porque, como conhecimento e com a tecnologia que temos hoje não há nenhuma forma de concluir que será possível uma expedição à Marte para lá estabelecer uma colonia humana!  então o conhecimento que se explora é para aplicar aqui mesmo… e possível com um grupo pequeno de “colonos”)

Segue-se uma descrição da resumida  de transição até o fim do cenário. Alcançar isso vai levar tempo: (nota do tradutor  ou na verdade aconteceria o que a NASA está prevendo em segredo, provavelmente.)

Como o cenário acima em desdobramento (nota do tradutor obviamente não sob a ótica do tradutor), um corpo político global vai encontrar o empoderamento (nota do tradutor poderia ser a ONU com os “cinco grandes” que são apenas três uma vez que os outros dois são simples colônias americanas que tem um sentimento de independência que nem Alemanha ou Japão podem guardar….) através de uma revisão da consciência coletiva do mundo num nível intelectual. Grupos de indivíduos racionais vãi ganhar poder e começar a instituir a mudança significativa. Isto será precedido por sucessivas ondas de ansiedade reverberantes toda a população em geral. Todos os níveis da sociedade vai finalmente chegar à conclusão de que o Homo Sapiens pode estar enfrentando o seu fim. Pontos de ruptura ecológicos serão o estímulo trazendo em uma nova forma de consciência humana e vontade de se adaptar e aceitar a mudança social, política, económica e religiosa. Expresso em termos metafísicos, haverá uma mudança na consciência humana para forjar uma nova forma de perspectiva de vida humana. (nota do tradutor extremamente otimista, mas até eu sou otimista, hahahaha! do contrário nem estava traduzindo este texto!)

A obstinação e falta de desejo de entender (nota do tradutor não é bem falta de desejo de entender e sim a imposição dos meios de comunicação à serviço de grandes interesses econômicos que forjam uma vontade política), testemunhado hoje, lentamente vai dar lugar a um entendimento mundial de ambos os aspecto, planetária realidade ecológica e humana/ cósmica. Isso vai começar a se formar em 25/50 anos (nota do tradutor não sei se aguentamos tanto tempo com as duas calotas, ártica e antártica em vias de extinção, os dois maiores espelhos térmicos que nos protegem). Acesso à Internet de alta velocidade será uma das razões para que isso venha a acontecer (nota do tradutor  com os donos do mundo tentando nervosamente dominar a Internet porque já reconhecem que foi um “erro” permitir um tal nível de liberdade individual). Quase todos os seres humanos estarão interligados por meio da Internet por meio de imagens visuais e tradução simultânea Inglês. Os cientistas vão fazer a divulgação das informação na Internet detalhando a repartição ecológica e oferecendo explicações da “realidade” para os distúrbios ecológicose a percepção de que a sociedade deve reconhecer as forças ecológicas que trabalham contra a sobrevivência das espécies estará entrando na mente do público em uma escala universal. (nota do tradutor aqui um erro de expressão do autor com o qual eu não posso conviver ou assumir, não são “as forças ecológicas que trabalhm contra a sobrevivênci das espécies” e não é nada disto!  A Terra existe e existimos nós como consequência dum sistema dinâmico que globalmente garante nossa existência, o tamanho da Terra, sua disância do Sol e sua capacidade, pelo seu tamanho e massa específica, de  guardar uma atmosfera – rompidas estas condições este sistema dinâmico terá suas propriedades alteradas o que representará um retorno à idade da Pedra ou anterior a ele para recomeçar um novo cíclo de reconstrução da vida onde nossa civilização será vista pelos que voltarem a viver aqui como astronautas que aqui estiveram de visita…o mito de Sagan em “seriam os deuses astronautas”.)

Neste palco de “pânico” construído, os ‘líderes políticos’ irão tomar medidas para manter o poder, tornando seus países habitáveis para eles mesmo e seus constituintes. A ‘elite’ política/financeira em cada país avançado tentará preservar o seu status quo e manter a lei de auto-serviço e da ordem internamente através das instituições existentes. questões ecológicas serão uma questão importante, mas não de todo importantes. Ao mesmo tempo uma ampla gama de correções internas vai entrar em jogo. As instituições internacionais vai assumir um papel fundamental no nível político global, Outras formas de tratados ecológicos sobre Clima serão assinados. As organizações humanitárias também vão desempenhar um papel activo. O que é importante para entender aqui é que por todo este século 21 as “correções” que sairam dos quadros institucionais e culturais do passado não serão capaz de resolver os problemas ecológicos subjacentes como as tentativas de transplante para o presente dos quadros institucionais e culturais de épocas passadas, como a egípcia de 3000 anos atrás  ou a grega ou romana da chamada “era antes de cristo” ou mesmo  do quadro-americano de 1776.  O ponto aqui é que será necessária uma arquitetura social inteiramente nova.


Até aqui eu traduzi com o objetivo de sugerir que você mesmo lesse se o excerto traduzido o possa convencer que merece o esforço de ler e entender.  Eu  mesmo, aos poucos terminei por me afastar do autor como comprovam as minhas “notas do tradutor” e não é porque eu imagine que eu saiba mais do que ele, até porque estou convencido de que ninguém pode imaginar, o que irá acontecer uma vez que os fatos fogem à nossa percepção por serem interamente novos para nossa experiência e quantidade de transformações ultrapassa a nossa capacidade de análise científica.

 

 

 

 

 

 

REFORMA DA PREVIDÊNCIA É “BOMBA” CONTRA TRABALHADOR

16.08.2016
Do portal BRASIL247,12.08.16

Moreira Mariz: <p>Senador Humberto Costa (PT-PE) concede entrevista. Foto: Moreira Mariz/Agência Senado</p>

Líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), afirmou que a reforma da previdência que vem sendo preparado pelo vice-presidente em exercício Michel Temer (PMDB) cairá como “uma bomba” para os trabalhadores uma vez que “fala em ampliar consideravelmente a idade mínima para aposentadoria e estipular uma regra que deva ser a mesma para quem começou a trabalhar aos 18 anos e quem iniciou a sua vida profissional aos 30. Isso só favorece as distorções”; parlamentar também criticou a proposta do governo em querer fazer a reforma da previdência sem passar pelo Congresso Nacional. “É um abuso de poder, um tema como esse precisa ser debatido no Congresso”, afirmou

Pernambuco 247 – A reforma da previdência que vem sendo preparado pelo presidente interino Michel Temer (PMDB) cairá como “uma bomba” para os trabalhadores. A avaliação é do líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE). Segundo o senador, o projeto prejudica quem já está na ativa e deve ampliar distorções dentro do sistema previdenciário.

“O que o governo está vendendo aí como se fosse uma solução para as contas públicas é, na verdade, uma penalidade para os trabalhadores. Ele fala em ampliar consideravelmente a idade mínima para aposentadoria e estipular uma regra que deva ser a mesma para quem começou a trabalhar aos 18 anos e quem iniciou a sua vida profissional aos 30. Isso só favorece as distorções”, denunciou Humberto Costa.

O pacote da previdência deve mudar drasticamente planos de aposentadoria de cerca de 80% dos trabalhadores que estão na ativa. Para os 20% restantes, também deve haver mudanças, mas menos drásticas. A proposta de Temer também prevê a unificação da idade para a aposentadoria de homens e mulheres.

“Essa é mais uma marca de um governo misógino, que é formado apenas por homens brancos e ricos. No mercado de trabalho, as mulheres ganham menos fazendo a mesma função, isso sem falar nas jornadas muitas vezes duplas ou triplas das que são mães. Não é uma questão de privilégios. É uma questão de justiça social”, afirmou.

O senador também criticou a proposta do governo interino querer fazer a reforma da previdência sem passar pelo Congresso Nacional. “É um abuso de poder, um tema como esse precisa ser debatido no Congresso, com as entidades que representam os trabalhadores. Mas como Temer sabe que a reforma que ele quer geraria uma grande reação, ele quer tentar fazer tudo na surdina. Está cada vez mais claro que o golpe para tirar uma presidente proba e legitimamente eleita não é só contra Dilma, mas contra os trabalhadores”, concluiu.

*Com informações da Assessoria de Imprensa

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